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SSSB aumenta «preço-alvo» da Impresa para 2,45 euros

A Schroder Salomon Smith Barney aumentou o «preço-alvo» da Impresa de 2 para 2,45 euros, mantendo a recomendação de «neutral, alto risco», afirmando que o plano de corte de custos da empresa liderada por Pinto Balsemão começa a dar frutos.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 03 de Maio de 2002 às 11:02
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A Schroder Salomon Smith Barney aumentou o «preço-alvo» da Impresa de 2 para 2,45 euros, mantendo a recomendação de «neutral, alto risco», afirmando que o plano de corte de custos da empresa liderada por Pinto Balsemão começa a dar frutos.

Num estudo datado de ontem a SSSB afirma que a os resultados trimestrais da Impresa revelam que as medidas de corte de custos «começam a dar frutos mas o mercado publicitário continua fraco e pode contrair entre 1 a 3% em 2002».

A SSSB lembra que a Impresa [IPR] reduziu para cerca de metade o valor negativo do EBITDA no primeiro trimestre, apesar de o mercado publicitário ter contraído 9,4% nos primeiros três meses de 2002, agravando a queda de 6,2% registada em 2001.

O banco de investimento estima que a recuperação do sector aconteça só no segundo semestre deste ano e que a SIC, estação de televisão do Grupo, termine este ano com uma audiência de 34%, face aos 36% perspectivados pela empresa, o que lhe deverá garantir uma quota de 35,7% nas receitas publicitárias de televisão.

«Se a SIC conseguir manter o nível de share, em conjunto com a esperada recuperação no investimento publicitário no segundo semestre de 2002, deverá levar a uma melhoria nas receitas com publicidade », refere o estudo.

A Impresa deverá terminar este ano com um EBITDA positivo de 33,7 milhões de euros, em receitas de 306,3 milhões de euros.

A Impresa seguia a descer 0,4% para os 2,51 euros, um valor acima do actual «preço-alvo» da SSSB.

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