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Abertura de mercados: Economia chinesa penaliza mercados

Acções asiáticas e petróleo estão em queda ou com grande indefinição depois de um dado económico revelado na China apontar para um abrandamento da segunda maior economia do mundo.

Bloomberg
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 23 de Abril de 2014 às 07:45
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A economia chinesa está, esta quarta-feira, a penalizar os mercados financeiros. As acções asiáticas e os preços do petróleo seguem sem grandes ânimos ou mesmo a perder.

 

O índice de referência da região asiática, o MSCI Ásia Pacífico, apresenta uma variação indefinida depois de ter estado a valorizar mais de 0,5%. Isto após dois dias de perdas. Os mercados de Hong Kong e Xangai negoceiam em baixa, apesar do bom desempenho que se verificou ontem nas bolsas norte-americanas. O Japão foi a excepção, com o Nikkei a ganhar 1,09% para 14.546,27 pontos e o Topix a ficar-se pelos 1.173,81 pontos graças a um avanço de 0,97%. 

 

O recuo, ou anulação dos ganhos, deve-se essencialmente a um dado económico revelado na China. O índice de gestores de compra apresentou uma leitura de 48,3 em Abril, ficando em linha com as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg. O número representa um alívio face à leitura de 48, verificada em Março. Qualquer número abaixo de 50 aponta para uma contracção. Esta quarta-feira, também serão apontados os números da indústria e dos serviços (PMI) na Zona Euro.

 

Depois de revelado este dado, a moeda chinesa, o yuan, deslizou para um mínimo de 16 meses. A contracção da indústria vem juntar-se a outros indicadores que apontam para um abrandamento da economia chinesa, a segunda maior de todo o mundo.

 

“O mercado está nervoso por causa da China”, sintetiza Jonathan Barratt, gestor ligado às matérias-primas, em declarações à Bloomberg. Nas matérias-primas, essa é uma realidade. Os contratos futuros de West Texas Intermediate (WTI), negociados em Nova Iorque, seguem a cair 0,08% para os 101,67 dólares por barril, transaccionando no valor mais baixo de duas semanas. No caso do Brent, o barril negoceia com uma descida ligeira de 0,04% para 109,23 dólares.

 

Noutros mercados, o euro segue a ganhar 0,19% para ser transaccionado nos 1,3831 dólares.

 

 

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