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Crise política aumenta medo de reestruturação de dívida

Um título de dívida a pagar em Julho de 2014 com taxa de 1,7%. Outro, a reembolsar um mês antes, só é comprado a troco de juro superior a 4,5%. Um mesmo emitente: o Estado português. A diferença? O segundo é visto como mais vulnerável a um "perdão" de dívida.

Edgar Caetano edgarcaetano@negocios.pt 18 de Julho de 2013 às 00:01
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Os investidores estão dispostos a tornar-se credores de Portugal até ao próximo Verão a troco de uma rendibilidade de 1,7%. Mas só se o empréstimo for feito através de bilhetes do Tesouro, já que as obrigações do Tesouro a reembolsar na mesma altura – um mês antes, na verdade – estão a ser transaccionadas com taxas superiores a 4,5%.

 

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