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Juros sobem nos prazos mais curtos com G20 a rejeitar reforço do FMI

A taxa de juro implícita nas obrigações portuguesas com prazos mais curtos está em alta, depois de o Grupo dos 20 ter rejeitado um pedido da Zona Euro para um reforço de capital do Fundo Monetário Internacional.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 27 de Fevereiro de 2012 às 11:38
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A taxa de juro da dívida de dois anos avança 13,9 pontos base para 13,061%, enquanto a “yield” da dívida a cinco anos sobe 3,6 pontos base para 15,392%, segundo os dados da Bloomberg. A “yield” das obrigações a 10 anos recua 8,3 pontos base para 12,688%.

Na dívida, o preço das obrigações oscila em sentido contrário ao dos juros. Os investidores estão a reduzir a exposição à dívida pública portuguesa depois de o Grupo dos 20 ter rejeitado aumentar os fundos à disposição do Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar a Europa.

O G-20 disse que a reunião dos seus ministros das Finanças concluiu que é “essencial” que a Europa reveja as suas defesas contra o risco de contágio da crise orçamental, antes de se reforçarem os fundos à disposição do para responder à crise do euro.

Os juros da Alemanha estão a descer e encontram-se próximos de mínimos de uma semana, com os investidores comprarem dívida alemã para reforçarem a exposição a activos de refúgio.

Os juros implícitos na dívida alemã de 10 anos recua 2,2 pontos base para 1,861%, enquanto a “yield” implícita nas obrigações de Espanha recuam com o mesmo prazo recua 0,6 pontos base para 5,038%. Já os juros de Itália recuiam 1,8 pontos base para 5,464% e os de França descem 0,7 pontos base para 2,946% no mesmo prazo.
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