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Portugal atrai forte procura mas paga mais de 6% na emissão a 10 anos

O IGCP atraiu uma procura robusta na dupla emissão de Obrigações do Tesouro mas colocou o mínimo do montante previsto. Na emissão a 10 anos o juro superou os 6%.

Edgar Caetano edgarcaetano@negocios.pt 22 de Setembro de 2010 às 10:52
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O IGCP atraiu uma procura robusta na dupla emissão de Obrigações do Tesouro mas colocou o mínimo do montante previsto. A agência que gere o crédito público português não escapou a pagar um juro superior a 6% na maturidade mais longa – a 10 anos.

A agência que gere o crédito público português vendeu 300 milhões de euros de dívida que atinge a maturidade em Junho de 2020. A taxa média foi de 6,242%, acima dos 5,973% que o IGCP aceitou pagar pelos 378 milhões de euros de dívida de maturidade comparável colocada há duas semanas.

O mercado absorveu também 450 milhões de euros em obrigações com maturidade de quatro anos. Neste particular, a “yield” média disparou para os 4,695%, contra os 3,621% pagos num leilão da mesma linha realizado em Julho.

Em ambos os casos a procura foi robusta. Na emissão com prazo em 2014 a procura excedeu a oferta em 3,5 vezes, ao passo que na colocação a 10 anos o rácio de cobertura foi de 4,9.

Na emissão de dívida a 10 anos realizada há duas semanas, o IGCP tinha obtido um rácio de cobertura de 2,6.

O montante indicativo, entre 750 milhões e 1.000 milhões de euros, era comum às duas emissões. No total Portugal colocou 750 milhões de euros, ou seja, no limite mínimo do intervalo.

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