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Portugal estabiliza custos em emissão de dívida

O IGCP aceitou pagar exactamente a mesma rendibilidade implícita na colocação, em leilão duplo realizado esta manhã, de 1503 milhões de euros em dívida de curto prazo.

Edgar Caetano edgarcaetano@negocios.pt 19 de Outubro de 2011 às 11:11
Os títulos a três meses foram “vendidos” com uma rendibilidade implícita (“yield”) de 4,972% e os bilhetes do Tesouro a seis meses com uma taxa de 5,250%, precisamente os custos de um leilão comparável realizado há um mês.

A procura superou a oferta em duas vezes no prazo mais curto, ao passo que no prazo a seis meses o rácio de cobertura foi de 3,7 vezes.

Em comentário enviado à comunicação social, o director de gestão de activos do Banco Carregosa afirma que o resultado do leilão duplo "é uma surpresa negativa, confesso que estava à espera de taxas mais baixas".

Filipe Silva diz que "sobretudo na dívida a três meses esperava que Portugal conseguisse dinheiro emprestado a um juro mais baixo, porque ainda ontem a Grécia emitiu 1.500 milhões de euros em dívida a três meses e conseguiu uma taxa de 4,61%".

"A única nota positiva que posso destacar é o facto de Portugal ter conseguido colocar os 1500 milhões de euros que pretendia", remata Filipe Silva.
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