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Taxas de juro do crédito à habitação caíram 18 meses consecutivos

As taxas de juro implícitas nos empréstimos à habitação caíram, em Junho, pelo décimo oitavo mês consecutivo. Contudo, nos contratos celebrados nos últimos três, seis e 12 meses a tendência já foi de subida.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 11:32
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O Instituto Nacional de Estatística (INE) publicou hoje o relatório das taxas de juro implícitas no crédito à habitação, revelando que a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu, em Junho. A queda foi menor do que a observada no mês anterior.

Analisando por períodos, a tendência foi oposta, e reflecte o aumento recente das taxas Euribor e a subida dos “spreads” praticados pela banca.

As taxas Euribor estão a subir desde Maio, e as taxas de juro implícitas nos contratos celebrados nos últimos três, seis e 12 meses já registaram subidas, o que significa que os “spreads”, que têm sido actualizados pela banca para reflectirem o aumento de risco das operações de financiamento, pesaram mais do que a evolução das taxas Euribor, que são os indexantes mais recorrentes nos empréstimos em Portugal.

“O valor médio da prestação vencida manteve-se, pelo quarto mês consecutivo, em 250 euros”, revela o INE.

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