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Taxas máximas no crédito ao consumo voltam a descer

O Banco de Portugal já revelou quais as taxas máximas que poderão ser praticadas pelas instituições financeiras nos vários destinos de financiamento de crédito ao consumo. Os juros que poderão ser cobrados no próximo trimestre serão inferiores aos actualmente praticados.

Bloomberg
Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 10 de Setembro de 2014 às 19:26
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As taxas de juro máximas que podem ser praticadas no crédito ao consumo vão voltar a diminuir no quarto trimestre do ano, de acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, 10 de Setembro, pelo Banco de Portugal.

 

As taxas que são praticadas têm vindo a diminuir nos últimos anos. No quarto trimestre do ano, o juro máximo de um crédito pessoal para, por exemplo, educação, saúde e energia renováveis, foi fixado em 5,8%, o que compara com os 5,9% praticados no quarto trimestre de 2013. Já nos cartões de crédito a taxa máxima foi fixada em 20,5%, o que compara com os 24,2% praticados nos últimos três meses do ano passado. Este segmento será talvez o que mais tem visto descer os juros. Quando, em 2010, entraram em vigor as taxas máximas, os juros nos cartões estavam nos 32,8%.

 

As taxas máximas foram introduzidas precisamente com o objectivo de controlar os juros praticados e tentar provocar uma redução das mesmas. O método de cálculo sofreu algumas alterações desde 2010.

 

Actualmente as taxas máximas são calculadas com base nas taxas anuais de encargos efectivas globais médias (TAEG), "acrescidas de um quarto", sendo que nenhuma instituição poderá cobrar uma taxa superior "em 50% a TAEG média da totalidade dos contratos de crédito aos consumidores celebrados no trimestre anterior."

 

As taxas máximas que podem ser aplicadas no quarto trimestre:

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