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Abertura dos mercados: Bolsas ganham mais de 1%, petróleo sobe e euro cai

Após a forte queda registada na sessão de ontem, os mercados bolsistas europeus seguem, esta quinta-feira, a subir mais de 1%. O petróleo também negoceia em alta mas continua próximo dos 50 dólares por barril em Londres.

Investidores reagem com alguma apreensão ao resultados das eleições na Grécia no início da sessão
Reuters
Rita Faria afaria@negocios.pt 13 de Agosto de 2015 às 08:34
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Os mercados em números

PSI-20 ganha 1,60% para 5.541,64 pontos

Stoxx 600 sobe 1,53% para 388,85 pontos

Nikkei valorizou 0,99% para 20.595,55 pontos

Yield 10 anos de Portugal recua 2,1 pontos base para 2,387%

Euro perde 0,39% para 1,1116 dólares

Petróleo sobe 0,79% para 50,05 dólares por barril


Bolsas europeias ganham mais de 1%

Após a forte queda registada na sessão de ontem devido à desvalorização da moeda chinesa, os mercados europeus estão hoje a negociar em terreno positivo. A bolsa de Paris ganha 1,87%, enquanto o mercado holandês sobe 1,25%. Em Lisboa, o PSI-20 avança 1,60% para 5.541,64 pontos, estando a ser impulsionado pelos titulos do BCP, que ganham 2,83%, e da Jerónimo Martins, que avançam 2,22%. 

Juros aguardam votação do parlamento grego

O parlamento grego debate esta quinta-feira o terceiro pacote de resgate à Grécia. A votação poderá acontecer entre hoje e amanhã a tempo do Eurogrupo agendado para esta sexta-feira à tarde. Os juros da dívida grega a dois anos recuam 25,9 pontos base para 14,774% e a 10 anos perdem 13,6% para 10,18%.

Os juros da dívida portuguesa seguem com quedas muito mais ligeiras, estando a perder 0,1 pontos base para 0,317% no prazo a dois anos e 2,1 pontos base para 2,387% na maturidade a 10 anos.   

Dólar recupera

A moeda norte-americana está a negociar em alta, depois de o banco central da China ter aliviado os receios sobre uma desvalorização continuada do yuan. Na terça-feira, o banco central chinês surpreendeu o mercado com um corte de 1,9% no valor do câmbio diário do yuan e, ontem, voltou a aplicar uma redução de 1,6% na taxa de câmbio da sua moeda face ao dólar. No entanto, a autoridade monetária terá efectuado intervenções no mercado cambial para limitar a queda da moeda.

O dólar avança 0,2% para 1,1122 euros.

Petróleo sobe pela segunda sessão

O petróleo está a negociar em alta nos mercados internacionais, pela segunda sessão, depois de ter sido divulgado que as reservas de crude nos Estados Unidos caíram pela terceira semana consecutiva. Segundo dados da Administração de Informação de Energia, as reservas de crude diminuíram em 1,68 milhões de barris na semana passada para um total de 453,6 milhões de barris.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 0,60% para 43,56 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, ganha 0,79% para 50,05 dólares.  

Queda da procura pressiona ouro

O apetite por este metal precioso caiu para o nível mais baixo em seis anos, no último trimestre, com os maiores mercados – a China e a Índia – a serem afectados por forte volatilidade no mercado de acções e por uma queda das colheitas.

Segundo um relatório do World Gold Council, publicado esta quinta-feira, a procura caiu 12% face ao mesmo período do ano passado.

O ouro cai 0,27% para 1.121,39 dólares.

  

Destaques do dia 

Herança do BES a caminho de mãos chinesas. Anbang foi escolhida para negociar em exclusivo a compra do Novo Banco. Grupo chinês vai ser pressionado a melhorar a sua oferta. Banco de Portugal admite virar-se para a Apollo se as negociações falharem. Cenário de adiar venda ainda é possível.

China intervém para limitar desvalorização da moeda. O banco central chinês reduziu a cotação diária do yuan pelo segundo dia consecutivo, provocando mais desvalorizações na moeda chinesa nos mercados. A cotação atingiu o valor mais baixo em quatro anos, obrigando o banco central a intervir.

Receio de aterragem brusca assusta investidores. As bolsas mundiais voltaram a sucumbir à pressão chinesa, enquanto os activos de refúgio beneficiaram. O ouro voltou a brilhar junto dos investidores.

A China está a tremer ou a cair? A desvalorização do yuan num contexto de abrandamento fez soar alarmes em todo o mundo, mas os analistas estão divididos sobre as consequências.

Cinco respostas sobre a queda da moeda chinesa. A China surpreendeu com a desvalorização do yuan contra o dólar, abalando os mercados globais. Saiba quais as consequências para a China e quem sai a perder e a ganhar com a decisão.

Terceiro resgate exigirá plano até 2019 aprovado no Parlamento grego. O Financial Times está a divulgar o texto da proposta de memorando que foi alvo de um acordo técnico entre o governo grego e a troika. Em quase todas as áreas há ainda dados concretos por preencher. "Sucesso depende da implementação das políticas acordadas durante muitos anos", sublinha-se.

Manuel Champalimaud passou a deter uma participação qualificada nos CTT. Os CTT informaram esta quarta-feira a CMVM de que Manuel Carlos de Mello Champalimaud passou a ser detentor de uma participação qualificada de 2,06% no capital social dos correios nacionais.  

AIE alerta para crescimento "vertiginoso" da oferta de petróleo. A Agência Internacional de Energia estima que o consumo de petróleo vai aumentar em 2016, e a produção dos países fora da OPEP diminuir. Ainda assim, o excesso de oferta vai persistir ao longo do próximo ano.

O que vai acontecer hoje

BCE. Relatos da reunião de política monetária, realizada a 16 de Julho.

Estados Unidos. Vendas a retalho, em Julho; Novos pedidos de subsídio de desemprego, na semana terminada a 8 de Agosto.

 

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