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Abertura dos mercados: Bolsas em queda devido à falta de acordo sobre petróleo

As principais praças europeias estão a cair penalizadas pelos títulos do sector energético, que estão a reflectir a falta de acordo entre os produtores de petróleo para congelar a produção da matéria-prima.

Bloomberg
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Os mercados em números

PSI-20 desce 1,57% para 4.940,60 pontos

Stoxx 600 desvaloriza 1,20% para 338,66 pontos

Nikkei desvalorizou 3,40% para 16.275,95 pontos 

Yield 10 anos de Portugal soma 0,9 pontos base para 3,177%

Euro soma 0,14% para 1,1299dólares

Petróleo desce 5,15% para 40,88 dólares por barril

Bolsas europeias no vermelho

As principais praças europeias estão a negociar em terreno negativo, penalizadas pelos títulos do sector energético. A reunião realizada em Doha, no Qatar, este domingo, 17 de Abril, não resultou em qualquer acordo para o congelamento da produção de petróleo. Os produtores precisam de mais tempo para decidir e poderá haver nova reunião em Junho. Esta ausência de acordo está assim a penalizar a cotação do petróleo nos mercados internacionais e as acções ligadas ao sector.

O espanhol IBEX 35 é o índice no Velho Continente que mais perde, recuando 1,80%, seguido do principal índice italiano, que desce 1,70%. O PSI-20 perde 1,57%, com os títulos do BCP em destaque, a serem penalizados pela falta de acordo entre Isabel dos Santos e o CaixaBank sobre o BPI. Entretanto, os espanhóis do CaixaBank lançaram uma OPA sobre o banco liderado por Fernando Ulrich. 

O Stoxx 600, índice de referência, desce 1,20%.

Juros em alta

Os juros da dívida pública portuguesa estão a subir no mercado secundário. A dez anos, o prazo considerado de referência, os juros exigidos pelos investidores para trocarem dívida entre si sobem 0,9 pontos base para 3,177%. No caso da dívida alemã, as "yields" avançam 0,3 pontos base para 0,130%. O prémio de risco da dívida nacional está nos 303,1 pontos.

Euro em alta


A moeda única segue a ganhar terreno face ao dólar. O euro avança 0,13% para 1,1298 dólares.

 

Sem acordo, petróleo cai mais de 5%  

O petróleo segue em forte queda devido à ausência de acordo em Doha. A Rússia, a Arábia Saudita e outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), reunidos este domingo, não conseguiram chegar a um acordo para congelar a produção. Os preços da matéria-prima seguem assim a perder mais de 5% em Nova Iorque e mais de 4% em Londres. 

Ouro volta a ser refúgio 


A queda que se regista nos mercados bolsistas e petrolíferos está a levar os investidores a aumentarem a procura de ouro como activo de refúgio. O preço da matéria-prima sobe 0,24% para 1.236,99 dólares.  


Destaques do dia

CaixaBank lança OPA sobre o BPI a 1,113 euros por acção. O CaixaBank confirmou esta manhã o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição sobre o BPI. O banco espanhol oferece 1,113 euros por acção do banco português. A operação está condicionada à eliminação do limite de direitos de voto no banco português.

Governo aprova incentivos de 513 milhões para 444 empresas. O ministro do Planeamento, Pedro Marques, diz que as empresas perceberam que o Governo quer dar um "impulso grande ao investimento". Incentivos vão aumentar em 60% as exportações das empresas envolvidas.

Lavagem de dinheiro deve ditar chumbo ao novo líder do BIC. Jaime Pereira, o presidente executivo do BIC Português eleito na assembleia-geral de 18 de Fevereiro, deverá perder o registo de idoneidade devido a alegados problemas de branqueamento de capitais, apurou o Negócios.

Futuro de Carlos Costa pode ficar decidido já em Junho. António Costa confirmou "falha grave" do governador do Banco de Portugal, identificada por Catarina Martins. E escolheu um timing para avaliar Carlos Costa: o fim da comissão de inquérito ao Banif.


O que vai acontecer hoje 

INE divulga o índice de preços na produção industrial relativo a Março

Morgan Stanley divulga os resultados referentes ao primeiro trimestre do ano 

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