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Bolsa nacional abre em queda

A praça portuguesa iniciou a sessão desta sexta-feira em terreno negativo, a acompanhar as pares europeias, num dia marcado pelo ataque terrorista de Nice, em França, pelo PIB chinês e pela queda dos preços do petróleo.

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Paulo Zacarias Gomes paulozgomes@negocios.pt 15 de Julho de 2016 às 08:07
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A praça portuguesa iniciou a sessão desta sexta-feira em terreno negativo, a acompanhar as pares europeias, no dia seguinte a um novo ataque terrorista em França, que deixou pelo menos 84 mortos. 

O PSI 20 abriu a cair 0,32%, com 10 títulos em queda e o BCP a recuar mais de 2%. O índice agravou entretanto as perdas, com o sector energético e do retalho entre as maiores fontes de pressão, em dia de novo recuo para os preços do petróleo, que seguem a cair mais de 1% tanto em Nova Iorque como em Londres. 

A Galp é a que mais contribui para os recuos no índice, com os títulos da petrolífera a caírem 0,95% para 12,49 euros, no dia em que apresentou os seus dados operacionais preliminares. De acordo com o comunicado enviado à CMVM, a petrolífera viu a produção de petróleo aumentar em termos homólogos e diminuir em cadeia, tendo ainda a actividade de refinação e de vendas de gás caído em termos anuais. Em cadeia, as vendas de produtos petrolíferos aumentaram 9,4%.

Em terreno negativo estão também os papéis do universo EDP, com a Renováveis a perder 0,46% para 6,918 euros e a EDP a recuar mais, 0,96%, para 2,884 euros. Jerónimo Martins e Sonae recuam mais de 1% para os 14,02 euros no caso da dona do Pingo Doce e para 0s 0,666 euros da proprietária do Continente.

No sector financeiro, os dois títulos cotados apresentavam performances mistas, com o BPI a ganhar 0,18% para 1,115 euros (era dos poucos com ganhos, à semelhança da Nos, que somava 0,34% para 5,589 euros), e o BCP a recuar 0,51% para 0,0197 euros no dia em que o Negócios noticia que o CEO do banco, Nuno Amado, está a questionar Bruxelas sobre a injecção de dinheiro na Caixa Geral de Depósitos

Os investidores digerem ainda os dados do crescimento da economia chinesa no segundo trimestre, que ficaram ligeiramente acima do esperado pelos analistas e em linha com o desempenho dos primeiros três meses do ano, levando as praças asiáticas para ganhos. E aguardam pela divulgação de dados na economia da zona euro, como a inflação em Junho e a balança comercial relativa a Maio. 

(Notícia actualizada às 8:53 com mais informação)
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