Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Os lucros da Sonae Indústria e o anúncio do "reverse stock split" vão marcar a negociação no mercado nacional. Lá fora, a expectativa dos resultados da Oi e as novidades em torno das reservas de petróleo dos EUA destacam-se.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Sara Antunes 22 de março de 2017 às 07:30
Sonae Indústria com lucros anuncia um "reverse stock split"

Quando o dia começar, os investidores já saberão quais os números de 2016 da Sonae Indústria, que fechou o ano com lucros de 11 milhões de euros. Este foi o primeiro ano em nove em que a cotada liderada por Paulo Azevedo conseguiu lucrar. Além dos lucros, a Sonae Indústria anunciou ainda um "reverse stock split", propondo aos seus accionistas passarem a ter uma acção por cada 250 detidas actualmente. 


Oi apresenta resultados de 2016

A operadora de telecomunicações brasileira vai revelar os números de 2016. A Oi, detida em 27% pela Pharol, revelou prejuízos de 3,3 mil milhões de reais nos primeiros nove meses do ano, num período em que as receitas se fixaram nos 19,67 mil milhões de reais. Os números só serão conhecidos após o fecho do mercado bolsista. 


"Atrasos" de Trump pressionam Wall Street

Os investidores começam a demonstrar algum nervosismo com a ausência de medidas concretas ao nível fiscal e económico. A administração Trump ainda não apresentou efectivamente o seu plano económico e a especulação de que não conseguirá reduzir os impostos como propôs tem desestabilizado os mercados. Ainda na última sessão as bolsas dos EUA o demonstraram. O S&P500 desceu mais de 1%, o que já não acontecia desde Outubro. 


Petróleo cai mais de 10% este ano

A expectativa de que as reservas de petróleo dos EUA tenham voltado a aumentar continua a pressionar a negociação dos preços da matéria-prima. Os dados serão conhecidos a meio da tarde. Os últimos indicadores mostram que os EUA têm aumentado a produção, o que anula o impacto dos cortes de produção acordados entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). E este tem sido o factor determinante para a queda contínua do ouro negro, que já perde mais de 10% desde que o ano começou.

 

Eleições em França e Deutsche Bank continuam a condicionar Europa

A incerteza em torno do resultado das eleições presidenciais francesas tem condicionado a negociação da moeda única, dos juros da dívida bem como das bolsas. Os investidores têm reflectido nos mercados os receios de que Marine Le Pen vença as eleições e concretize as ameaças em torno da saída de França da Zona Euro. As sondagens têm afastado o cenário de vitória da líder da Frente Nacional na segunda volta das eleições. O aumento de capital do Deutsche Bank, no valor de oito mil milhões de euros, também tem condicionado a negociação, especialmente do sector bancário na Europa. 




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