Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

As bolsas regressam de uma semana negra, num dia em que também o petróleo estará em destaque com a divulgação do relatório da OPEP. Nos EUA, será conhecido o plano de Trump para os gastos em infraestruturas.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Rita Faria 12 de fevereiro de 2018 às 07:30
INE divulga indicadores

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga, esta segunda-feira, uma série de indicadores relevantes sobre a economia portuguesa. A começar pelo índice de preços no consumidor, relativo ao mês de Fevereiro. Serão ainda conhecidos os dados sobre o volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas nos serviços, em Dezembro, e o índice de produção, emprego, remunerações e horas trabalhadas na construção e obras públicas, em Dezembro.



Petróleo em destaque com relatório da OPEP

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai divulgar o seu relatório sobre o mercado petrolífero, depois de uma semana em que a matéria-prima completou seis sessões consecutivas de perdas.

 

Os receios dos investidores em relação ao aumento das reservas de crude norte-americanas e à subida da produção dos Estados Unidos levaram mesmo a matéria-prima a viver a sua pior semana em quase um ano. Amanhã, será conhecido o relatório mensal da Agência Internacional de Energia.


 

Trump apresenta plano orçamental de 2019

Donald Trump vai enviar para o Congresso um plano orçamental para 2019 - que tem como pressuposto um crescimento económico de 3,2% no próximo ano – e que irá detalhar, entre outras coisas, de que forma o presidente pretende gastar o pacote de 200 mil milhões de dólares dedicado às infraestruturas.  

 

De acordo com Mick Mulvaney, responsável da Casa Branca pelo orçamento, o plano que Trump irá apresentar tentará "inverter" a trajectória dos défices orçamentais – mesmo depois de o presidente dos Estados Unidos ter concordado eliminar os tectos da despesa num acordo de orçamento fechado na semana passada.

 

"Só porque o acordo foi assinado, isso não significa que o futuro esteja escrito na pedra. Temos a oportunidade de mudar esta trajectória e é isso que o orçamento vai mostrar", disse Mulvaney à Fox News.

 

Esse acordo, assinado na sexta-feira, autorizou quase 400 mil milhões de dólares em gastos adicionais nos próximos 19 meses: 163 mil milhões que os republicanos queriam para a defesa, 130 mil milhões reclamados pelos democratas para gastos domésticos e 100 mil milhões para emergências.

 

 

Prossegue apresentação de resultados

Esta segunda-feira os investidores vão continuar a olhar para os resultados das empresas relativos ao quarto trimestre de 2017, que poderão ajudar a definir o rumo dos mercados depois de uma semana de fortes perdas dos dois lados do Atlântico.

 

Na lista de empresas que vão revelar as suas contas estão, entre muitas outras, a Heineken e a farmacêutica britânica GlaxoSmithKline.


 

Bolsas regressam de semana negra

Os mercados bolsistas regressam de uma semana negra, marcada pelos receios em torno da subida da inflação e das consequências ao nível da política monetária, que provocaram fortes quedas nas acções. Os principais índices dos Estados Unidos registaram desvalorizações semanais superiores a 5%, tal como o índice de referência para a Europa, que completou o pior ciclo semanal desde Janeiro de 2016.