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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta quinta-feira teremos a estimativa rápida da inflação de Março, por cá e na Alemanha. Destaque também para a emissão de dívida nos EUA, numa altura em que a maior investidora em obrigações norte-americanas do Tesouro, a China, vive um clima de tensões comerciais com Washington.

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Divulgada inflação por cá e na Alemanha

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga a estimativa rápida da inflação de Março, bem como os índices de produção industrial de Fevereiro e o índice de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas no comércio a retalho.

Será também conhecida hoje a evolução do índice de preços na maior economia europeia. A inflação alemã deverá ter registado um crescimento homólogo de 1,3%, em Março. No mês anterior, este indicador tinha atingido máximos de quatro anos e meio.


No resto da Europa, destaque para o PIB do quarto trimestre no Reino Unido e para a balança comercial da Finlândia.


 

Consumo estável nos Estados Unidos

O consumo nos EUA deverá ter estabilizado em Fevereiro face ao mês anterior. A divulgação destes indicadores é especialmente relevante para a Fed, para perceber se o rendimento e a confiança dos norte-americanos estão a melhorar.

Ainda nos Estados Unidos, teremos a divulgação dos dados relativos aos pedidos de subsídio de desemprego na semana passada.


 

EUA emitem dívida e precisam da China

Esta quinta-feira o Tesouro norte-americano planeia colocar 294 mil milhões de dólares em títulos de dívida soberana (de curto prazo e a 10 anos). Segundo a CNN, trata-se do valor semanal mais elevado desde 2008. A necessidade de garantir um financiamento tão elevado decorre da quebra já verificada na receita fiscal naquilo que leva de 2018, uma diminuição decorrente do enorme corte de impostos aprovado pelo presidente Donald Trump e em vigor desde o início deste ano.

Porém, o timing não parece o melhor, já que a emissão de dívida surge numa altura em que os Estados Unidos vivem uma espécie de guerra comercial com a China, o maior detentor de dívida soberana americana (cerca de 1,7 biliões de dólares). Questionado pela Bloomberg sobre se Pequim, perante guerra comercial com os EUA, está disposta a diminuir o volume de compra de dívida americana, o embaixador chinês em Washington assumiu que as autoridades chinesas estão a "avaliar todas as opções".

 

Tecnologias continuam em apuros

As tecnologias foram ontem o sector que mais terreno perdeu a Europa e nos EUA, pressionadas por um vasto movimento de vendas a nível mundial. Isto devido aos receios de um escalar de tensões entre Washington e Pequim no que diz respeito às tarifas aduaneiras e ainda à boleia dos dissabores da rede social liderada por Mark Zuckerberg depois de se saber da utilização indevida dos dados de 50 milhões de utilizadores por uma empresa de consultoria política.

Grandes gigantes do sector, como o Facebook e a Apple, recuaram devido a informações de que os Estados Unidos estão a ponderar impor medidas repressivas aos investimentos chineses nas tecnológicas norte-americanas. Os receios de um renovar das tensões comerciais entre as duas maiores potências mundiais levou então o sector tecnológico a afundar uma vez mais.


 

Petróleo e cobre em foco

Hoje, a Baker Hughes, fornecedora norte-americana de serviços a campos petrolíferos, divulga o relatório semanal sobre o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos. 

Ainda no reino das matérias-primas, destaque para o cobre, com o Chile a divulgar os dados relativos à produção deste metal industrial.

 

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