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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

A guerra comercial parece que está para durar. A dúvida já parece estar circunscrita à dimensão do seu impacto na economia mundial. Nos mercados começa a ser estrondoso o ruído. Por terras lusas, a Ibersol será a última cotada a revelar os resultados do primeiro trimestre.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 03 de Junho de 2019 às 07:30
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Guerra comercial mina confiança

As bolsas mundiais têm vivido momentos conturbados. O mês de maio foi de perdas avultadas para as praças bolsistas um pouco em todo o mundo, essencialmente devido ao impasse nas negociações comerciais entre os EUA e a China. Mas a última semana foi de acentuar dos receios, com China e EUA a endurecerem as suas posições; Donald Trump a anunciar novas tarifas sobre importações do México e a ameaçar rasgar um acordo comercial com a Índia.

E o fim de semana não ajudou a aumentar o desconforto dos investidores. A China contra-atacou, com ameaças à operação da FedEx no mercado chinês e apontou o dedo aos EUA, acusando Washington de ser o responsável pelo falhanço das negociações.

Anteve-se um início de semana conturbado nos mercados bolsistas.

 

Indicador de atividade económica na Zona Euro

Esta segunda-feira será marcada pela divulgação de um indicador económico relevante para a Zona Euro: o PMI. Este indicador é importante para perceber como está a economia a evoluir. E as previsões apontam para que o índice PMI se mantenha inalterado, abaixo dos 50 pontos, o que aponta para uma contração. Alemanha e França deverão reportar uma estabilização do indicador, enquanto Itália e Espanha deverão registar uma deterioração.

 

Ibersol apresenta resultados

A Ibersol é a única cotada do PSI-20 que ainda não revelou os resultados do primeiro trimestre. Os investidores vão saber como evoluíram os números da empresa esta segunda-feira, após o fecho do mercado. De realçar que a Ibersol, dona em Portugal das marcas Burger King e Pizza Hut, fechou 2018 com uma quebra de 20% dos seus lucros.

 

Arranca venda de obrigações da TAP

A TAP decidiu avançar com uma venda de obrigações para o retalho e a operação arranca esta segunda-feira. A companhia aérea quer financiar-se em 50 milhões de euros e oferece uma taxa de juro 4,375%. A oferta poderá sofrer alterações até ao dia 14 de junho. A operação arranca esta segunda-feira e as obrigações poderão ser subscritas até ao dia 18 de junho.

 

Fiat tenta convencer governo francês sobre fusão com a Renault

A Fiat Chrysler estará a ponderar melhorar a sua proposta de fusão com a Renault, segundo a Reuters. A Fiat está a ponderar oferecer um dividendo especial e garantias em relação aos postos de trabalho. Estes serão os argumentos para a fabricante de automóveis tentar convencer o governo francês a apoiar a operação.

Esta decisão surge numa altura em que várias vozes se elevaram contra a proposta da Fiat Chrysler, com alguns especialistas a considerarem que esta fabricante se estava a aproveitar de um momento de maior fragilidade na Renault (devido ao escândalo dom Carlos Ghosn e o aparente impasse na parceira com a Nissan) para se aproximar e conseguir apresentar uma proposta mais benéfica para si mesma.

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