Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Os investidores vão reagir aos resultados da Galp Energia até setembro. A época de resultados nos EUA também continua e o Brexit e a guerra comercial devem continuar a centrar as atenções.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Sara Antunes 22 de outubro de 2019 às 07:30
Galp apresenta os resultados e atualiza plano estratégico

A Galp vai dar o tiro de partida da época de resultados do terceiro trimestre em Portugal. Os investidores deverão reagir à descida anunciada de 52% dos lucros no terceiro trimestre para 101 milhões de euros.

Os analistas consultados pela Bloomberg estimavam uma queda de 30% dos lucros nos três meses terminados em setembro.

Além de apresentar os números referentes aos últimos meses, a Galp anunciou que, até 2022, o investimento anual líquido previsto situa-se entre 1 e 1,2 mil milhões de euros, dos quais mais de 40% serão dedicados à transição energética. Já o dividendo deverá subir 10% ao ano nos próximos três anos.

 

McDonald’s é uma das "grandes" cotadas dos EUA a revelar resultados

Os resultados trimestrais apresentados até agora nos EUA não têm defraudado as expectativas. Esta terça-feira será a vez do McDonald’s, da Harley-Davidson e da Lockheed Martin revelarem os seus números.

 

Banca no Ritz

A manhã será marcada por declarações dos presidentes executivos dos principais bancos em Portugal, bem como do governador do Banco de Portugal, numa conferência organizada pelo Negócios e cujo tema é a Banca do Futuro".

 

Brexit continua a centrar atenções

O Governo liderado por Boris Johnson está determinado em concretizar o Brexit a 31 de outubro. Para tal será preciso acelerar os trabalhos de forma a garantir a aprovação da legislação necessária para que o Parlamento britânico possa aprovar o acordo alcançado por Johnson com Bruxelas. Prevê-se que os debates e primeiras aprovações ocorram ainda esta terça-feira.

 

O otimismo das negociações comerciais

Desde o final da semana passada que os sinais dos EUA e da China apontam para que um acordo comercial possa ser alcançado em meados de novembro, altura em que Donald Trump e Xi Jinping se reúnem no Chile, no âmbito da cimeira económica Ásia-Pacífico. Ainda assim, os investidores terão alguma cautela, já que não seria a primeira vez que parecia estar-se muito próximo de um acordo e alguma coisa travar o desfecho. 

 




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