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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta quarta-feira o IGCP realiza IGCP uma emissão de dívida a 8 e a 37 anos, pretendendo arrecadar até mil milhões de euros com a operação.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 14 de Outubro de 2020 às 07:30
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IGCP volta ao mercado com duplo leilão de dívida

O instituto que gere a dívida pública regressa ao mercado com uma dupla emissão de dívida de longo prazo, na qual procura financiar-se até 1.000 milhões de euros. O IGCP vai colocar dívida com maturidade em 17 de outubro de 2028 e 15 de abril de 2037, tendo como montante indicativo a levantar entre 750 e 1.000 milhões de euros.

Produção industrial em foco na Zona Euro

O Eurostat vai apresentar nesta quarta-feira os dados sobre a produção industrial de agosto na Zona Euro. Ainda na Europa, teremos os dados da inflação de setembro em Espanha. Nos EUA, o destaque de hoje vai para o índice de preços no produtor em setembro.

Divulgação de contas da banca nos EUA prossegue

Para hoje está prevista a divulgação das contas do Wells Fargo, Bank of America e Goldman Sachs, com o Morgan Stanley e fazer o mesmo no dia seguinte. Ontem, o JPMorgan reportou que teve lucros de 2,92 dólares por ação, acima dos 2,23 dólares esperados pelo consenso dos analistas consultados pela Refinitiv. As receitas também ficaram acima do esperado, nos 29,94 mil milhões de dólares. Já o Citigroup registou um lucro por ação de 1,40 dólares, quando os analistas apontavam para 93 cêntimos. Também as receitas ficaram ligeiramente acima das expetativas.

Banca à espera de fôlego em bolsa…

O setor da banca foi ontem dos mais pressionados em bolsa, tanto na Europa como nos Estados Unidos. No Velho Continente, as cotadas do setor foram penalizadas pelo facto de os juros da dívida soberana de longo prazo em Itália e na Grécia terem caído para mínimos históricos. Nos EUA, os bancos lideraram as quedas em Wall Street, depois de o JPMorgan Chase e o Citigroup terem reportado as suas contas do terceiro trimestre, com os investidores a recearem que os lucros deste período – melhores do que o esperado – tenham sinalizado somente uma pausa na dolorosa fatura do crédito malparado.

… e farmacêuticas também

Também os reveses no desenvolvimento das vacinas e tratamentos da Johnson & Johnson e da Eli Lilly contra a covid-19 contribuíram ontem para penalizar as bolsas de forma generalizada. Um mês depois de a farmacêutica AstraZeneca ter interrompido a última fase de testes à vacina que está a desenvolver contra a covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford – após uma suspeita de reação adversa séria num participante do estudo no Reino Unido – a norte-americana J&J anunciou na madrugada de ontem que suspendeu temporariamente os testes devido a uma complicação inexplicável num participante. Horas mais tarde era a vez de a (também norte-americana) Eli Lilly tomar a mesma decisão relativamente ao ensaio clínico de um tratamento experimental com anticorpos, que é patrocinado pelo governo, por razões de segurança que não especificou.

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