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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta sexta-feira, o Eurostat vai divulgar os dados trimestrais sobre dívida pública e sobre défice governamental da UE, enquanto a DBRS se debruça sobre o risco de crédito dos mecanismos europeus de assistência financeira. Por cá, os resultados operacionais da EDP vão marcar a abertura do PSI-20.

Joana Almeida JoanaAlmeida@negocios.pt 21 de Janeiro de 2022 às 07:30
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Dívida pública e défice da UE pela lupa do Eurostat

Esta sexta-feira, o gabinete de estatísticas europeu, Eurostat, vai divulgar os dados trimestrais sobre dívida pública e sobre défice governamental dos Estados-membros, relativo ao terceiro trimestre de 2021. Os últimos dados, referentes ao segundo trimestre do ano passado, indicavam que Portugal era o terceiro país da União Europeia (UE) com o maior rácio da dívida pública: situou-se nos 135,4% do PIB na zona euro, enquanto a média europeia era de 90,9% na União Europeia (UE). Portugal ficava apenas atrás da Grécia (207,2%) e de Itália (156,3%). Já o défice registou o terceiro maior recuo na zona euro, para 4,5% do PIB (menos 0,3 pontos percentuais). No conjunto da UE, o défice orçamental foi de 6,3% do PIB.

EDP reage aos resultados operacionais

A marcar o dia nos mercados estará a reação da EDP aos resultados operacionais divulgados esta quinta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A empresa de energia terminou 2021 com uma quebra de 5% na produção de eletricidade. Os dados operacionais previsionais relativos ao ano passado mostram que a elétrica produziu 60,9 terawatts por hora (TWh) no ano passado e que as energias renováveis representaram 75% da eletricidade gerada pela empresa. Os dados enviados à CMVM revelam também que a empresa terminou o ano com 4,975 milhões de clientes, menos 1%, ou 40 mil, face ao ano anterior, quando tinha mais de cinco milhões de clientes.

Agências de rating avaliam risco de crédito de mecanismos da UE

Esta sexta-feira, as agências de notação financeira voltam à carga com novas avaliações de risco de crédito. A agência de rating canadiana DBRS vai avaliar a capacidade do Fundo Europeu de Estabilização Financeira e do Mecanismo Europeu de Estabilidade, instrumentos europeus de assistência financeira aos Estados-membros e para garantir a estabilidade na zona euro, em pagarem o valor que lhes foi emprestado, acrescido de juros. A norte-americana Fitch vai pronunicar-se também sobre o risco de crédito da Angola e da Bulgária, enquanto a Bósnia Herzegovina será examinada pela Moody's. Já a S&P irá avaliar a probabilidade de se recuperar o dinheiro investido no Azerbeijão. 

Lagarde, Georgieva e Yellen falam sobre perspetivas económicas globais

Numa altura em que a subida das taxas de juro para conter a inflação está a assustar os mercados, o Fórum Económico Mundial vai juntar à mesa a presidente do Banco Central Europa (BCE), Christine Lagarde, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e o governador do Banco do Japão, Kuroda Haruhiko, entre outros protagonistas, para discutirem as perspetivas económicas globais. O debate está agendado para as 13h00 (12h00 em Lisboa) e será um dos destaque do último dia do reunião virtual "A Agenda de Davos" 2022. O evento organizado pelo Fórum Económico Mundial vai contar ainda com a participação da secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, que falará às 17h30 (16h30 em Lisboa) sobre os desafios que o mundo enfrenta e como ultrapassá-los.

Plataformas de crude e gás nos EUA em números

Como é habitual às sextas-feiras, a Baker Hughes, fornecedora norte-americana de serviços a campos petrolíferos, vai divulgar o relatório semanal sobre o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos. Numa altura em que os preços do chamado "ouro negro" tem estado a subir, apesar das tensões políticas no Cazaquistão e na Líbia, este é um indicador que é seguido com atenção pelos investidores no mercado petrolífero. Esta semana, o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para as importações europeias, atingiu máximos de sete anos, o que poderá pressionar (ainda mais) os custos energéticos.

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