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A semana em oito gráficos: Bolsas em alta na semana da escalada dos juros e novos máximos no petróleo

A fuga dos investidores das obrigações também assustou os mercados acionistas, mas as bolsas europeias acabaram por ter uma semana de ganhos e o petróleo renovou máximos de 13 meses. A reflação (alta da inflação e do crescimento económico) ditou uma escalada nos juros da dívida soberana, que estão agora em máximos de vários meses. A bolsa de Lisboa foi agitada por uma OPA no final da semana que fez disparar a cotação das ações da Semapa e não só.

Europa sobe pela terceira semana

Europa sobe pela terceira semana
O stress com a subida dos juros da dívida pública não travou mais uma semana positiva nas bolsas europeias, que avançaram pela terceira semana consecutiva. Os ganhos alcançados na última sessão foram suficientes para o Stoxx600 alcançar um saldo positivo e ficar apenas a 5% de máximos históricos. Já em Wall Street os índices negociaram em máximos históricos mas chegaram a sexta-feira com um saldo semanal ligeiramente negativo.

PSI-20 lidera ganhos

PSI-20 lidera ganhos
A forte subida registada na sexta-feira foi suficiente para o PSI-20 liderar os ganhos entre os índices europeus na semana e apagar as perdas das sessões anteriores. Ainda assim, a praça nacional segue em terreno negativo no ano, quando a maioria dos índices europeus já marca saldos anuais positivos.

Semapa dispara com OPA

Semapa dispara com OPA
A OPA da Sodim sobre a Semapa marcou o final da semana na praça portuguesa e agitou as cotações da "holding" e não só. As ações da Semapa dispararam perto de 30% e contagiaram a Navigator (detida em 70% pela holding da família Queiroz Pereira) e também a Altri, que fixaram máximos de um ano. A travar ganhos mais robustos no PSI-20 estiveram as ações do Grupo EDP.

Temenos sustenta Stoxx600

Temenos sustenta Stoxx600
A suíça Temenos, especializada em software corporativo para bancos e serviços financeiros, foi a cotada que mais ganhou no índice Stoxx 600, animada pelo reforço da parceria com a DXC Technology que passa por uma modernização na oferta de soluções na nuvem.

Carnival anima S&P 500

Carnival anima S&P 500
Numa altura em que os investidores continuam animados com os programas de vacinação contra a covid-19, as empresas ligadas ao turismo e às viagens registaram ganhos robustos nos Estados Unidos. Foi o caso da operadora de cruzeiros Carnival, que protagonizou a maior subida do índice Standard & Poor’s 500.

Libra em destaque

Libra em destaque
No mercado cambial esta foi a semana da libra, que transacionou em máximos de abril de 2018 face ao dólar e no nível mais elevado de março de 2020 contra o euro. A moeda britânica aproveitou a debilidade do dólar, que foi pressionado pelas declarações do presidente da Fed sobre a manutenção dos estímulos, mas também o avanço do Reino Unido na vacinação contra a covid-19 e a redução de expectativas sobre taxas de juro negativas por parte do Banco de Inglaterra.

Crude em máximos de 13 meses

Crude em máximos de 13 meses
Os preços do petróleo voltaram a subir, a negociar em máximos de janeiro do ano passado, sustentados sobretudo pelos fortes nevões em importantes estados produtores norte-americanos. Na sexta-feira, com a melhoria do tempo nos EUA, as cotações perderam gás, mas o saldo semanal foi positivo.

Juros disparam com medo da inflação

Juros disparam com medo da inflação
A forte subida dos juros da dívida pública foi o tema dominante nos mercados esta semana, com os investidores a saírem as obrigações por temerem os efeitos na política monetária de um disparo da inflação acompanhado da aceleração da economia. A yield das obrigações norte-americanas disparou para máximos de fevereiro de 2020, a taxa das bunds avançou para o nível mais elevado desde junho. Na dívida portuguesa a 10 anos a yield agravou-se 15 pontos base e está agora em máximos de outubro.
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