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A semana em oito gráficos: Europa cai pouco com retoma de sexta-feira. Dólar desce para valores de 7 de Novembro

As bolsas europeias registaram uma queda ligeira no acumulado desta semana, à conta do bom desempenho de sexta-feira, que eliminou quase todas as perdas de segunda e quinta-feira.

Na Europa, só a bolsa britânica subiu esta semana

Na Europa, só a bolsa britânica subiu esta semana
As bolsas do Velho Continente tiveram um saldo semanal generalizadamente negativo, pressionadas pelos renovados sinais de desaceleração económica mundial e pelo clima de incerteza e volatilidade nos mercados que tem deixado os investidores mais cautelosos. Em alta, só o britânico FTSE, mas os restantes índices acabaram por não ter perdas expressivas, à conta do bom desempenho de sexta-feira. Nos EUA, a semana acabou por ser positiva, apesar das fortes quedas de segunda-feira, pois os expressivos ganhos de quarta-feira e as restantes sessões em alta acabaram por trazer uma reviravolta a Wall Street.

PSI-20 cai marginalmente entre segunda e sexta-feira

PSI-20 cai marginalmente entre segunda e sexta-feira
O índice de referência nacional deslizou 0,06% no cômputo da semana, mantendo em 13,7% a sua perda no acumulado do ano. Entre os recuos na Europa Ocidental, o PSI-20 o índice que menos caiu, seguido do Stoxx 600 – que cedeu 0,22%.

Pharol foi a cotada que mais desceu na praça lisboeta

Pharol foi a cotada que mais desceu na praça lisboeta
A Pharol foi a cotada do PSI-20 que mais terreno perdeu na semana, com uma desvalorização acumulada de 8,44%. Do lado contrário, a maior subida da semana no índice de referência nacional coube à Corticeira Amorim, que somou 2,71% entre segunda e sexta-feira.

Indivior com o pior desempenho do Stoxx600

Indivior com o pior desempenho do Stoxx600
A farmacêutica britânica Indivior foi a cotada do índice de referência europeu Stoxx600 que mais desceu no agregado da semana, ao desvalorizar 12,57%, numa semana penalizadora para a maioria dos sectores na Europa.

Kohl’s anima S&P 500

Kohl’s anima S&P 500
A retalhista norte-americana Kohl’s somou 10,77% esta semana, tendo sido o título do Standard & Poor’s 500 que mais terreno ganhou, contribuindo para a valorização agregada de 3,06% do índice esta semana. A sustentar a cotada estiveram as boas vendas da época natalícia. Várias retalhistas dos EUA reportaram vendas robustas neste período, o que sugere que os cheques salariais mais chorudos deste mês e os preços mais baratos da gasolina (depois das fortes quedas do petróleo nos últimos tempos) estão a ajudar a impulsionar os gastos dos consumidores - que são quem mais contribui para o PIB dos EUA.

Dólar em mínimos de sete semanas

Dólar em mínimos de sete semanas
A nota verde caiu face a quase todas as suas congéneres do G10 e na sexta-feira, sétimo dia da paralisação parcial dos serviços federais nos EUA, chegou mesmo a atingir mínimos de sete semanas face ao índice da Bloomberg para o dólar. Com efeito, tocou no valor mais baixo desde 7 de Novembro. Entre as principais moedas, só face ao iene é que o dólar conseguiu ganhar terreno na semana.

Petróleo marca terceira semana de quedas

Petróleo marca terceira semana de quedas
O "ouro negro" subiu ligeiramente na última sessão da semana, mas esses ganhos não foram suficientes para compensar as pesadas perdas que se verificaram numa semana de alta volatilidade, durante a qual o petróleo oscilou entre quebras de cerca de 6% e uma subida de quase 8%. Esta semana, o Brent, negociado em Londres, perdeu 3,01%, depois de uma quebra de 10,72% na semana passada e de um recuo de 2,25% na anterior.

Juros portugueses afastam-se de mínimos

Juros portugueses afastam-se de mínimos
Os juros a dez anos da dívida portuguesa agravaram-se em 3,8 pontos base na sexta-feira, para os 1,722%, afastando-se dos mínimos de Abril registados a 18 de Dezembro e voltando a cotar-se ao nível de há duas semanas. Em Itália, por seu lado, a taxa remuneratória para as obrigações a 10 anos continuou a aliviar em termos semanais.
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As bolsas do Velho Continente, que negociaram somente em três sessões esta semana, apresentaram um saldo generalizadamente negativo, pressionadas pelos renovados sinais de desaceleração económica mundial e pelo clima de incerteza e volatilidade nos mercados que tem deixado os investidores mais cautelosos.

 

Em alta, só esteve o britânico FTSE, mas os restantes índices acabaram por não ter perdas expressivas, à conta do bom desempenho de sexta-feira.

 

Assim, depois da queda de segunda-feira e de não ter havido negociação bolsista na Europa nas sessões de terça e quarta-feira, as praças do Velho Continente regressaram às perdas na quinta-feira. Mas os substanciais ganhos da última sessão da semana – os mais acentuados em quase nove meses – acabaram por quase dissipar o cômputo negativo da semana.

 

O Stoxx Europe 600 fechou a subir 2% na sexta-feira, o seu maior ganho diário desde 5 de Abril, reduzindo assim a queda anual para 13,71%.

 

Nos EUA, cujas bolsas estiveram encerradas apenas no Dia de Natal, a semana acabou por ser positiva, apesar das fortes quedas de segunda-feira, pois os expressivos ganhos de quarta-feira e as restantes sessões em alta acabaram por trazer uma reviravolta a Wall Street.

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