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A semana em oito gráficos: Juros da dívida nos EUA e novas restrições na Europa agitam mercados

Na semana em que Jerome Powell, da Fed, garantiu que não é ainda altura para subir taxas, nem para travar na intervenção monetária, os mercados continuaram a penalizar as obrigações soberanas com o pensamento na inflação. Se nos EUA só se pensa em recuperação, na Europa há países a colocar novas restrições com o aumento de casos de covid-19. Com impacto não apenas nas matérias-primas, como também nas bolsas.

Bolsa de Frankfurt brilha

Bolsa de Frankfurt brilha
Na Alemanha, o principal índice bolsista conseguiu melhor desempenho do que os pares no resto da Europa, numa semana marcada por boas notícias para o setor automóvel e bancário. A meio da semana, a Volkswagen e a BMW anunciaram o seu compromisso com os veículos elétricos e os investidores aplaudiram. Do lado da banca, a subida dos juros da dívida soberana elevou as ações do Deutsche Bank. O índice de referência (Stoxx 600) ficou praticamente inalterado.

PSI-20 resvala na semana

PSI-20 resvala na semana
A bolsa lisboeta terminou a semana com um saldo ligeiramente negativo, apesar de uma sessão de sexta-feira pautada por um ganho robusto – e a contrariar a tendência negativa do resto da Europa. Ainda assim, manteve-se perto da barreira dos 4.850 pontos, onde terminou a semana anterior.

CTT brilham em semana de resultados

CTT brilham em semana de resultados
Os resultados das empresas do PSI-20 foram determinantes para definir os maiores vencedores e derrotados. Do lado dos ganhos, os CTT terminaram pela segunda semana consecutiva com um ganho semanal perto dos 10%, depois de terem apresentado uma “recuperação”, de acordo com os analistas. A Sonae – dona do Continente – foi outras das vencedoras da semana, com os números relativos ao ano passado a serem aplaudidos pelos mercados. Nas quedas destacaram-se a Corticeira Amorim, EDP Renováveis e Pharol.

VW dá brilho ao Stoxx600

VW dá brilho ao Stoxx600
A fabricante automóvel alemã Volkswagen foi a cotada que mais ganhou no índice Stoxx 600, animada pelo facto de ter superado a SAP e passado a ser a cotada mais valiosa do índice Dax. Isto devido à sua aposta nos carros elétricos e baterias.

Eli Lilly lidera quedas do S&P 500

Eli Lilly lidera quedas do S&P 500
A farmacêutica norte-americana registou a maior descida da semana no S&P 500, depois de as autoridades federais terem travado a distribuição do bamlanivimab, medicamento de anticorpos, em três estados (Califórnia, Arizona e Nevada), devido a novas variantes da covid ali detetadas.

Dólar ganha força contra moedas europeias

Dólar ganha força contra moedas europeias
O euro e a libra esterlina recuaram perante o rival dólar norte-americano, com as duas mais importantes divisas do “velho continente” a perderem quase 0,4%. Por sua vez, o euro ganhou força face à moeda japonesa, e contra a libra manteve-se praticamente inalterado.

Crude cai perto de 7% em Londres

Crude cai perto de 7% em Londres
Os preços do petróleo tiveram um saldo negativo, com o Brent a cair 6,93% em Londres, depois de na semana passada ter negociado em máximos de 13 meses. A valorização do dólar, o aumento dos stocks de crude nos EUA e os receios em torno do aumento de casos de covid na Europa pesaram na tendência.

Juros do Tesouro dos EUA em máximos de um ano

Juros do Tesouro dos EUA em máximos de um ano
A semana começou da mesma forma que terminou a anterior, com os juros da dívida dos EUA a 10 anos a escalarem para máximos de mais de um ano, acima dos 1,7%. Na Europa, as “yields” das obrigações soberanas dos países da chamada periferia subiram mais do que na Alemanha.
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