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A semana em oito gráficos: retoma das ações não chega a Lisboa. BCE desencadeia subida das "yields"

As bolsas recuperaram o sentimento positivo, mas este não se alastrou a Lisboa. O PSI foi penalizado pela Galp Energia, acompanhando as perdas do petróleo. Já os juros das dívidas reagiram ao BCE.

Retoma da Europa não chega ao PSI

Retoma da Europa não chega ao PSI
A semana foi de recuperação para as ações, após três semanas em baixa. O sentimento positivo fez-se sentir principalmente nos EUA, mas alastrou à Europa, com o espanhol IBEX 35 a destacar-se pela positiva. Não chegou, contudo, à bolsa de Lisboa, que se manteve no vermelho.

Últimos dias não compensam perdas

Últimos dias não compensam perdas
Tal como Lisboa se manteve à tona enquanto as restantes bolsas caíam de forma expressiva, ficou esta semana atrás da retoma. Apesar das subidas nas últimas duas sessões, não foi suficiente para Lisboa escapar à desvalorização semanal. Recuou 0,31%.

Petróleo e papel pesam em Lisboa

Petróleo e papel pesam em Lisboa
A Galp Energia foi a cotada que mais caiu no índice de referência nacional, a acompanhar o desempenho do petróleo nos mercados internacionais. Também as cotadas do setor do papel e pasta de papel estiveram em baixa. Os ganhos das "utilities" não foram suficientes.

Escolha do JP Morgan beneficia

Escolha do JP Morgan beneficia
Numa semana de forma geral positiva para as ações europeias, a Delivery Hero registou a maior subida do índice Stoxx 600 após ter sido escolhida pelo JP Morgan como preferida entre as cotadas europeias do setor da internet. A Ubisoft Entertainment contrariou.

Farmacêutica sobe com medicamento

Farmacêutica sobe com medicamento
Os avanços no novo medicamento oftalmológico Eylea (desenvolvido em conjunto com a Bayer) impulsionaram a norte-americana Regeneron Pharmaceuticals, que chegou mesmo a disparar mais de 19% só na quinta-feira. Em sentido contrário, a petrolífera Occidental Petroleum foi a mais penalizada.

Euro e libra respiram de alívio

Euro e libra respiram de alívio
Após terem tocado mínimos de vários anos face ao dólar norte-americano – no caso do euro de duas décadas e da libra de quase quatro –, as divisas da Zona Euro e do Reino Unido respiraram de alívio esta semana. A moeda única fechou mesmo acima da paridade com o par dos EUA.

Segunda semana de recuo no Brent

Segunda semana de recuo no Brent
O Brent negociado no mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, fechou a segunda semana consecutiva de desvalorizações face aos receios de recessão global. Os metais estiveram em alta, com a prata a brilhar mesmo mais do que o ouro.

BCE desencadeia agravamento de “yields”

BCE desencadeia agravamento de “yields”
As "yields" das dívidas soberanas na Zona Euro avançaram no seguimento da decisão do Banco Central Europeu (BCE) de aumentar as taxas de juro de referência em 75 pontos base. É a maior subida de sempre para a Zona Euro e a presidente Christine Lagarde prometeu não ficar por aqui.
Leonor Mateus Ferreira leonorferreira@negocios.pt 10 de Setembro de 2022 às 09:30
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