Mercados num minuto Abertura dos mercados: Fed e eleições em Itália condicionam bolsas, juros e euro

Abertura dos mercados: Fed e eleições em Itália condicionam bolsas, juros e euro

As bolsas europeias, o euro e os juros europeus estão à espera do discurso do presidente da Fed para tentarem perceber se vão ser realizadas mudanças na política monetária nos EUA. As eleições deste domingo em Itália também estão a condicionar a negociação.
Abertura dos mercados: Fed e eleições em Itália condicionam bolsas, juros e euro
Reuters

Os mercados em números

PSI-20 sobe 0,10% para 5.482,02 pontos

Stoxx 600 desce 0,02% para 382,97 pontos

Nikkei valorizou 1,07% para 22.389,86 pontos 

"Yield" a 10 anos de Portugal sobe 0,5 pontos base para 2,001%

Euro aprecia 0,11% para 1,2331 dólares

Petróleo recua 0,13% para 67,41 dólares por barril na bolsa de Londres

  

Bolsas pouco definidas à espera de Powell

As bolsas europeias seguem sem variações significativas, com alguns índices a subirem e outros a descerem, num dia em que os investidores estão à espera de ouvir o discurso de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal (Fed) para tentarem perceber se serão dados alguns sinais sobre a evolução da política monetária nos EUA. A marcar passo nas bolsas estão ainda as eleições em Itália, que vão decorrer no próximo domingo, 4 de Março.

O Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, está a recuar 0,02% para 382,97 pontos. Já o PSI-20 sobe 0,10% para 5.482,02 pontos, num arranque de sessão marcado pela apresentação dos resultados da EDP Renováveis e da Corticeira Amorim, tendo em ambos os casos, os conselhos de administração avançado com proposta de distribuição de dividendos. 
 

Juros com ganhos ligeiros
A expectativa em torno do resultado das eleições em Itália está a condicionar a negociação da dívida europeia. Com as últimas sondagens a mostrarem uma grande indefinição nos resultados das eleições, os investidores tende a ser cautelosos nos seus investimentos.

A taxa de juro associada à dívida nacional a 10 anos está a subir 0,5 pontos base para 2,001%, tendo já estado a recuar e a negociar abaixo dos 2%. Já as bunds alemãs sobem 0,2 pontos base para 0,672%. A tendência é assim de subidas muito ligeiras na generalidade das "yields" europeias. 

 

Euro sobe à espera de Powell

A moeda europeia segue com ganhos muito ligeiros, precisamente porque os investidores estão à espera para saber o que o presidente da Fed vai dizer pereante o Congresso dos EUA. Isto depois de ontem o presidente do Banco Central Europeia (BCE), Mario Draghi, ter defendido perante o Parlamento Europeu que a inflação continua dependente dos estímulos monetários.

 

Petróleo desce pela primeira vez em quatro sessões

Depois de três sessões em alta, o petróleo está esta terça-feira a recuar, com os investidores a aguardarem pelos dados das reservas nos Estados Unidos, sendo que as expectativas apontam para um aumento dos "stocks". A matéria-prima atingiu máximos de três semanas na sessão de ontem, impulsionada pela valorização dos mercados accionistas e pela interrupção dos fornecimentos de um importante terminal da Líbia. O WTI em Nova Iorque cede 0,28% para 63,73 dólares e o Brent em Londres recua 0,13% para 67,41 dólares.    

 

Ouro estável à espera de Powell

Tal como outros activos, também a negociação do ouro está dependente das declarações que o novo presidente da Reserva Federal vai efectuar esta terça-feira no Congresso dos Estados Unidos. Depois de ter valorizado 0,4% na segunda-feira, o ouro negoceia estável nos 1.333,76 dólares por onça.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
pub