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Abertura dos mercados: Resultados dão sexta sessão de ganhos às bolsas europeias

A apresentação de resultados está a impulsionar as bolsas europeias, com o setor petrolífero a liderar os ganhos devido aos resultados da BP. O petróleo e o euro estão em queda.

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Reuters
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O mercado em números
PSI-20 avança 0,26% para 5.107,02 pontos

Stoxx 600 valoriza 0,22% para 360,71 pontos

Nikkei perde 0,19% para 20.844,45 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal estável nos 1,658%

Euro desce 0,2% para 1,1415 dólares

Petróleo desvaloriza 0,46% para os 62,22 dólares 

 

Bolsas em alta com BP a contrariar alerta de empresas de "chips" 

As bolsas europeias aproveitam a boleia de ontem de Wall Street e negoceiam em alta pela sexta sessão consecutiva. O Stoxx600 valoriza 0,22% para 360,71 pontos, o valor mais elevado desde o início de dezembro, com o índice europeu a ser impulsionado sobretudo pelo setor energético.

 

A petrolífera BP anunciou um aumento de 65% nos lucros do quarto trimestre, superando a estimativas dos analistas, o que está a levar as ações da companhia britânica a valorizarem 3,48%. Este anúncio está a ofuscar o alerta das empresas de "chips" Infineon e AMS sobre as perspetivas mais fracas para o setor. Esta última afunda 9,98%, embora a Infineon consiga negociar em alta ligeira.

 

Na bolsa de Lisboa o PSI-20 avança 0,26% para 5.107,02 pontos, com o índice português a ser impulsionado pelo BCP (que anunciou lucros recorde na Polónia) e pela Galp Energia (que segue o desempenho do setor).   

 

Wall Street fechou ontem em terreno positivo com os índices a serem impulsionados pelo setor tecnológico e a sessão asiática está a meio-gás pois várias praças estiveram encerradas devido a feriado.

 

Euro penalizado por dados económicos fracos

A moeda europeia está a descer pela segunda sessão consecutiva, continuando a ser penalizada pela divulgação de dados económicos fracos que devem adiar o início da subida de juros por parte do Banco Central Europeu. Foi hoje revelado o PMI para o setor dos serviços na Zona Euro em janeiro que confirma o abrandamento da região, pressionada sobretudo por Itália. O euro desce 0,2% para 1,1415 dólares e o índice do dólar segue estável.

 

Juros da dívida estáveis

Os juros da dívida europeia seguem pouco alterados, com a "yield" das obrigações portuguesas a 10 anos estável nos 1,658% e das bunds como o mesmo prazo nos 0,183%. Na dívida italiana, que tem estado pressionada nas últimas sessões depois da economia ter entrado em recessão, os juros também estão estáveis nos 2,73%.

  

Petróleo reforça perdas

O barril de Brent, negociado em Londres e referência para a Europa, está a cair 0,46% para os 62,22 dólares, reforçando as quebras da última sessão. O ouro negro recuou até 2,34% face ao aumento previsto para as reservas nos Estados Unidos, que, na quarta-feira, deverão confirmar a terceira semana de subidas consecutiva.

 

Citigroup antevê rally do cobre e paládio

Os analistas do americano Citigroup esperam que, ao longo dos próximos três a seis meses, o cobre atinja os 6.700 dólares por tonelada e que o paládio chegue aos 1.600 dólares por onça, uma subida de 10 e de 20% nas cotações, respetivamente. Esta terça-feira, o paládio está a cotar nos 1.367,65 dólares por onça e o cobre negoceia nos 6.141 dólares por tonelada na London Metal Exchange. A justificar as estimativas do Citigroup, estão as previsões de que o défice de ambos os metais se vai manter em 2019, tendo em conta o crescimento da economia chinesa no caso do metal vermelho e a falta de substitutos, pelo menos num futuro próximo, para o paládio.

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