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Abertura dos mercados: Investidores aguardam dados do emprego nos Estados Unidos

Os mercados asiáticos recuperam do valor mais baixo do último mês no dia em que os Estados Unidos divulgam os últimos dados referentes ao mercado laboral. A libra regista a maior subida desde 2009 com a mais do que provável vitória de David Cameron no Reino Unido.

Ana Luísa Marques anamarques@negocios.pt 08 de Maio de 2015 às 07:50
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O MSCI Ásia Pacífico fechou a sessão desta sexta-feira a ganhar 0,1% para 150,49 pontos, após ter encerrado o dia de ontem no valor mais baixo desde 7 de Abril. A impulsionar as praças da região estiveram os mais recentes dados do comércio internacional chinês (e em particular o que poderão significar no futuro) e as estimativas face ao mercado laboral norte-americano.

 

Foi esta sexta-feira divulgado que as exportações chinesas caíram em 6,2% (quando as estimativas apontavam para uma queda de 0,9%) e que as importações recuaram em 16,1%. Estes dados levam o mercado a especular que o governo chinês terá de aprovar novas medidas de estímulo económico.

 

Nos Estados Unidos vão ser hoje conhecidos os dados do emprego relativos ao mês de Abril. As estimativas dos economistas contactados pela agência Bloomberg indicam que tenham sido criados 228 mil postos de trabalho durante o mês passado.

 

Na Europa, as eleições britânicas dominam as atenções dos investidores. O analista da City Index, Joshua Raymond, antecipa que o FTSE vai iniciar a sessão em forte alta, caso se confirme que David Cameron é o vencedor das eleições.

 

A beneficiar deste resultado está já a libra, que disparou mais de 2,2% para 72,29 pence por euro, a maior subida desde Janeiro de 2009.

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