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Abertura dos mercados: Investidores de olhos postos no BCE

O mercado não espera qualquer alteração à taxa directora, que está actualmente num mínimo histórico, mas vai seguir com atenção as palavras de Mario Draghi, que poderá anunciar um reforço das medidas de estímulo à economia da região.

Rita Faria afaria@negocios.pt 06 de Novembro de 2014 às 07:58
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Esta quinta-feira, 6 de Novembro, a reunião mensal do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE) vai concentrar a atenção dos investidores. Embora os mercados não antecipem qualquer alteração na taxa de juro directora, actualmente em mínimo histórico (0,05%), as palavras do presidente Mario Draghi na conferência de imprensa vão ser seguidas de perto.

 

Numa altura em que a economia da Zona Euro dá sinais de abrandamento, e depois de o Banco Central do Japão ter aumentado os estímulos monetários, Draghi poderá dar mais pistas sobre um eventual reforço das políticas monetárias expansionistas. Mais de metade dos economistas inquiridos pela Bloomberg prevê que o BCE irá, eventualmente, embarcar num programa de compra de títulos soberanos em larga escala.

 

Os mercados asiáticos encerraram em terreno negativo esta quinta-feira, pela segunda sessão consecutiva, pressionados pela queda de preços de várias matérias-primas. O japonês Topix perdeu 1,12% para 1.356,35 pontos enquanto o Nikkei deslizou 0,86% para 16.792,48 pontos.

 

Depois das fortes quedas dos últimos dias, os preços do petróleo seguem em alta ligeira nos mercados internacionais, depois da divulgação de dados do governo norte-americano que mostram que as reservas de crude no maior centro de armazenamento dos Estados Unidos caíram.

 

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, avança 0,11% para 78,77 dólares enquanto o Brent, que serve de referência para Portugal, sobe 0,06% para 83 dólares por barril.

 

Os preços da matéria-prima têm estado em queda desde que a Arábia Saudita, o maior produtor da OPEP, baixou o preço de venda do barril nos Estados Unidos para tentar manter a sua quota de mercado.

 

O euro sobe 0,28% para 1,2521 dólares. 

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