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Abertura dos mercados: Sem dados económicos de relevância, movimentos independentistas na Europa captam atenções

Os investidores vão continuar atentos aos desenvolvimentos relativos aos movimentos independentistas na Europa, desde a Escócia à Catalunha. Bolsas asiáticas encerraram em alta, com empresas exportadoras a impulsionar.

Rita Faria afaria@negocios.pt 10 de Setembro de 2014 às 07:56
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Os principais índices asiáticos encerraram a sessão em terreno positivo, com o japonês Topix a atingir máximos de seis anos, impulsionado pela subida das empresas exportadoras e pela queda do iene, que negoceia perto de mínimos de 2008 face ao dólar.

 

O japonês Topix encerrou, assim, com um ganho de 0,55% para 1.306,79 pontos enquanto o Nikkei valorizou 0,25% para 5.788,78 pontos.

 

"Hoje, o factor-chave para as acções japonesas é a fraqueza de iene, decorrente de um dólar mais forte", explicou à Bloomberg Timothy Radford, estratega na Rivkin Securities, em Sydney. "Se a economia dos Estados Unidos continuar a melhorar, a economia japonesa irá beneficiar, uma vez que o Japão tem um grande número de empresas exportadoras".

 

O Topix recuperou 15% desde os mínimos de meados de Abril devido ao optimismo os investidores em relação à economia global e às especulações de que os fundos de investimento do governo, de 1,2 biliões de dólares, vão apostar na compra de activos, nomeadamente acções.

 

No mercado das matérias-primas, o Brent, negociado em Londres e que serve de referência às importações europeias, sobe 0,09% para 99,25 dólares enquanto o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, cai 0,04% para 92,71 dólares por barril.

 

O WTI está assim a negociar próximo do valor mais baixo dos últimos meses, antes de o governo divulgar os inventários do crude.

 

Já o euro cai 0,06% para 1,2930 dólares.

 

Sem dados económicos de relevância na Europa, esta quarta-feira, os investidores continuarão atentos aos desenvolvimentos sobre os movimentos independentistas no Velho Continente, que têm penalizado sobretudo os mercados obrigacionistas. O referendo sobre a independência da Escócia está marcado para o próximo dia 18 de Setembro, enquanto em Espanha ainda se debate se a consulta popular sobre a independência da Catalunha se realiza ou não no dia 9 de Novembro.   

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