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Acções asiáticas sofrem maior queda das duas últimas semanas

As acções asiáticas negoceiam em queda, levando o índice de referência a sofrer a maior desvalorização das últimas duas semanas, depois de empresas como a Seven & I Holdings terem diminuído as suas estimativas de lucros.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 02 de Setembro de 2009 às 07:47
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As acções asiáticas negoceiam em queda, levando o índice de referência a sofrer a maior desvalorização das últimas duas semanas, depois de empresas como a Seven & I Holdings terem diminuído as suas estimativas de lucros.

O MSCI Ásia – Pacifico caiu 1,6% para 112,18 pontos, registando a maior queda desde 17 de Agosto, segundo a Bloomberg. O índice valorizou 59% desde os mínimos de cinco anos atingidos a 9 de Março, com especulação relativamente à recuperação da economia mundial e que levou a capitalização bolsista das cotadas a 1,5 vezes o valor contabilístico das empresas, próximo de um máximo de 11 meses.

“Permanecemos cautelosos relativamente ao mercado”, disse um analista do Bank Julius Baer. “Grande parte da recuperação já foi incorporada no preço das acções. Os investidores estão provavelmente a tentar perceber o que vai acontecer assim que as medidas de estímulo acabarem”, acrescentou.

No Japão, o Nikkei caiu 2,37% para 10.280,46 pontos e o Topix recua 2,15% para 947,91 pontos. O Hang Seng de Hong Kong perdeu 1,6%.

A Seven & I recuou, dona da maior cadeia de lojas de conveniência do mundo, deslizou 2,9% para 2.165 ienes depois de ter cortado a sua previsão do resultado líquido, para o fim do ano, em 11%.

“Há sinais de uma recuperação em certos sectores da economia doméstica, mas uma recuperação geral parece improvável”, disse a empresa numa comunicação à Tokio Stock Exchange. “O sentimento do consumidor permanece fraco”, concluía o comunicado.

O australiano S&P/ASX 200 deslizou 1,7%, apesar de relatórios do governo terem mostrado que a economia do país cresceu mais depressa no segundo trimestre. A BHP Billiton escorregou 1,7%, em Sidnei, depois de os preços do petróleo e do cobre terem caído em Nova Iorque.

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