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Acções americanas fecham em queda com receios de abrandamento económico

As acções norte-americanas fecharam a desvalorizar, com os investidores a temerem que a economia atravesse um períodos de abrandamento, devido aos altos preços dos combustíveis e aos efeitos do furacão Katrina. A confirmar estes receios, o índice que mede

Negócios negocios@negocios.pt 01 de Setembro de 2005 às 21:07
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As acções norte-americanas fecharam a desvalorizar, com os investidores a temerem que a economia atravesse um períodos de abrandamento, devido aos altos preços dos combustíveis e aos efeitos do furacão Katrina. A confirmar estes receios, o índice que mede a actividade industrial caiu em Agosto.

O Nasdaq desceu 0,19% para os 2.147,90 pontos e o Dow Jones caiu 0,21% até aos 10.459,63 pontos.

O índice de actividade industrial dos EUA, caiu inesperadamente em Agosto devido ao aumento dos custos de energia, segundo o relatório apresentado hoje pelo ISM.

Hoje, foi também anunciado que os gastos das famílias norte-americanas aumentaram 1% no mês de Julho. Já os novos pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos aumentaram para 320 mil na semana passada.

Estes dados confirmam o período de abrandamento da economia americana. Já ontem o Departamento do Comércio tinha anunciado que o PIB tinha crescido 3,3% no segundo trimestre, menos que o previsto pelos analistas.

Os economistas antecipam já que a Reserva Federal abrande os movimentos de subida nos juros, face à perspectiva de maior abrandamento da economia.

O sector automóvel foi o que mais pressionou os índices, depois das vendas de Agosto do terem aumentado menos que o estimado. A General Motors deslizou 3,48%.

Ainda a pressionar os índices estiveram as empresas mais dependentes do consumi privado, com a Disney a ceder 1,95% e a McDonald’s a baixar 2,31%.

Em sentido contrário, a Chiron registou a maior subida (18%) entre os títulos do S&P. A Novartis fez uma oferta de 4,5 mil milhões de dólares (3,64 mil milhões de euros) pela parte do capital da Chiron que ainda não detém. A farmacêutica suíça controla actualmente 42,2% do capital da norte-americana.

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