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Acções do BCP descem quase 4%

Os resultados dos testes de stress realizados pelo BCE confirmaram que o BCP chumbou no cenário mais adverso. Apesar do presidente do banco garantir que não serão precisas medidas adicionais, depois de já ter aumentado capital, os investidores penalizaram as acções do banco liderado por Nuno Amado.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 27 de Outubro de 2014 às 17:12
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As acções do BCP fecharam a cair 3,83% para 9,04 cêntimos, num dia em que os títulos chegaram a subir mais de 7% e a cair mais de 7%. O volume de negociação foi elevado, tendo trocado de mãos mais de 613 milhões de acções, o que compara com a média diária de 328,6 milhões registada nos últimos seis meses.

 

Esta foi a primeira sessão em que as acções negociaram depois de terem sido conhecidos os resultados dos testes de stress realizados pelo Banco Central Europeu (BCE) à banca europeia e os resultados referentes às contas dos primeiros nove meses do ano. 

 

Em Portugal, CGD e BPI passaram nos testes de stress realizados pelo BCE. Já o BCP chumbou no cenário mais adverso, ainda que já não precise de tomar medidas uma vez que já reforçou o seu capital este ano.

 

Foi precisamente isto que o Nuno Amado explicou no domingo, 26 de Outubro, quando foram divulgados os resultados dos testes de stress à banca europeia. "Não vai ser necessário fazer qualquer aumento de capital nem qualquer venda forçada", garantiu o responsável.

 

Também no domingo, e precisamente com o objectivo de revelar o estado do banco actual. O BCP revelou os seus resultados dos primeiros nove meses do ano, revelando que teve prejuízos de 98,3 milhões de euros, o que representa uma diminuição de 83,5% face às perdas de 597,3 milhões registadas no final de Setembro do ano passado. Esta redução resultou do aumento do produto bancário e do corte de custos operacionais.

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