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Acções portuguesas ajudam subida dos fundos de pensões

A rendibilidade dos fundos de pensões portugueses oscilou entre os 0,6% e os 0,7%, consoante os cálculos das consultoras Mercer e Watson Wyatt. Segundo esta última casa, «as acções nacionais foram o principal contributo positivo, tendo o contributo negati

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 01 de Setembro de 2005 às 15:49
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A rendibilidade dos fundos de pensões portugueses oscilou entre os 0,6% e os 0,7%, consoante os cálculos das consultoras Mercer e Watson Wyatt. Segundo esta última casa, «as acções nacionais foram o principal contributo positivo, tendo o contributo negativo principalmente origem nas acções estrangeiras».

No período em análise, os investimentos em acções nacionais geraram um retorno médio de 2,9%, valor que contrasta com as rendibilidades negativas de 0,9% a 0,4% registadas pelas acções estrangeiras.

«A ausência de notícias materiais relativas ao desempenho empresarial conjugada com a já tradicional reduzida liquidez do período de estio motivou que o mês de Agosto fosse principalmente marcado pelos novos máximos no preço do petróleo (cerca de 71 dólares em Nova Iorque)», lê-se no relatório da Watson.

A Mercer Consulting também cita a alta cotação da matéria-prima para justificar o desempenho menos conseguido por parte do segmento accionista que, segundo as contas da consultora, quedou-se em 0,3% em Agosto.

O segmento das obrigações evidenciou, em Agosto, uma rendibilidade média de 0,8%, o retorno mais elevado entre as diferentes categorias de activos. A rendibilidade no imobiliário ficou-se pelos 0,4%.

Desde o início do ano, os fundos de pensões estão a render 5,6%, segundo as contas da Mercer, ou 5,9%, segundo a Watson Wyatt.

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