Bolsa Acordo comercial provisório dá gás a Wall Street e Apple volta a ser a mais valiosa

Acordo comercial provisório dá gás a Wall Street e Apple volta a ser a mais valiosa

As bolsas norte-americanas fecharam em forte alta, impulsionadas pelo acordo comercial parcial alcançado entre os Estados Unidos e a China.
Acordo comercial provisório dá gás a Wall Street e Apple volta a ser a mais valiosa
Reuters
Carla Pedro 11 de outubro de 2019 às 21:18

O Dow Jones encerrou a somar 1,21% para 26.816,59 pontos e o Standard & Poor’s 500 subiu 1,09% para 2.970,27 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite avançou 1,34% para 8.057,04 pontos.

O bom desempenho das cotadas do setor, nomeadamente da Apple (que voltou a superar a Microsoft em capitalização bolsista), contribuiu para ajudar assim o Nasdaq a regressar ao patamar dos 8.000 pontos.

 

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram sustentadas pelo facto de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter confirmado ontem que iria reunir-se nesta sexta-feira com o vice-primeiro-ministro, Liu He, no âmbito das negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

 

A nova ronda formal de conversações teve início ontem e o anúncio de que estes dois altos-representantes de ambas as partes iriam reunir-se foi recebido com entusiasmo – isto depois de várias notícias terem dado conta de que as reuniões de nível técnico não geraram progressos.

 

Entretanto, menos de meia hora antes do fecho de Wall Street, Trump anunciou que foi alcançado um acordo comercial provisório entre as duas partes. Era algo que se adivinhava, e que estava a fazer subir as bolsas, mas a confirmação foi recebida com euforia em Wall Street.

A Apple foi uma das cotadas em destaque, tendo voltado a valer mais do que a Microsoft - e ambas estão no pódio das "trillion-dollar babies".

A empresa da maçã fechou a somar 2,66% para 236,21 dólares, com um valor de mercado de 1,067 biliões de dólares. Já a fabricante de software liderada por Satya Nadella ganhou 0,42% para 139,68 dólares, ficando assim com uma capitalização bolsista de 1,067 biliões de dólares.




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