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Agregação das acções da Brisa tem impacto “parcialmente negativo”

A agregação das duas linhas de acções da Brisa tem um impacto "parcialmente negativo" nos títulos da empresa uma vez que havia a convicção de que a junção só seria possível depois de pagos os dividendos relativos ao exercício deste ano, ou seja, em meados

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 03 de Outubro de 2006 às 10:35
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A agregação das duas linhas de acções da Brisa tem um impacto "parcialmente negativo" nos títulos da empresa uma vez que havia a convicção de que a junção só seria possível depois de pagos os dividendos relativos ao exercício deste ano, ou seja, em meados de 2007. Segundo o comunicado emitido pela concessionária de auto-estradas, a agregação das acções vai ter lugar já em Janeiro do próximo ano.

A Brisa anunciou a agregação das acções Brisa Privatização e Brisa Privados a partir de 1 de Janeiro do próximo ano.

As acções da Brisa, adquiridas na sequência do processo de privatização, estão abrangidas abrangidas pelo artigo 59º do Estatuto dos Benefícios Fiscais que prevê a consideração dos dividendos dessas acções "apenas por 50% do seu quantitativo, líquido de outros benefícios para fins de IRS ou IRC".

Com a junção das duas linhas de acções o benefício fiscal deixa de ser atribuído e os títulos da Brisa passam a gozar do mesmo estatuto.

Os analistas do BPI consideram que este anúncio tem um impacto "parcialmente negativo porque havia a convicçã de que só depois de pagos os dividendos dos resultados de 2006 as acções seriam fungíveis."

A consequência é "limitada uma vez que as acções não privatizadas representam apenas uma parte do capital da Brisa e foram adquiridas pela empresa para o fundo de acções próprias", consideram os analistas Bruno Almeida da Silva e Flora Trindade.

As acções da Brisa Privatização [brisa] seguiam a cair 0,11% para 8,75 euros.

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