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Análise à saída de bolsa da Brisa aguarda esclarecimentos

A CMVM interrompeu o prazo de dez dias úteis para se decidir em relação ao processo de perda de qualidade de sociedade aberta da Brisa.

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Completam-se hoje, quinta-feira, dez dias úteis desde que a CMVM recebeu o relatório do auditor que sustenta a contrapartida de 2,10 euros que a Tagus pretende pagar aos accionistas da Brisa que ainda têm acções na sua posse.

 

Estes dez dias úteis correspondem ao prazo administrativo dado ao regulador. Mas, ao que apurou o Negócios junto de fonte oficial da CMVM, o calendário foi interrompido. O que só pode acontecer quando são pedidos esclarecimentos adicionais.

 

O supervisor recebeu da Tagus, formada pelo Grupo José de Mello e pelo fundo Arcus, os documentos sobre a contrapartida a oferecer aos accionistas no âmbito da retirada de bolsa da Brisa no dia 14 de Março. Compete agora à entidade presidida por Carlos Tavares avaliar o relatório do revisor oficial de contas independente que justifica o preço oferecido.

 

Este relatório serve como base para o facto de a Tagus ter oferecido uma contrapartida de 2,10 euros aos minoritários da Brisa que ainda detêm acções. Na oferta pública de aquisição (OPA), que decorreu do ano passado, a Tagus pagou 2,76 euros.

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