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Analistas satisfeitos com audiências da Cofina e Impresa

A subida das audiências dos grupos Cofina e Impresa no segundo trimestre agradaram os analistas, que destacam as posições de liderança de alguns dos títulos dos dois grupos. O impacto nas acções deverá ser positivo.

Patrícia Silva Dias patriciadias@negocios.pt 10 de Julho de 2007 às 09:52
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A subida das audiências dos grupos Cofina e Impresa no segundo trimestre agradaram os analistas, que destacam as posições de liderança de alguns dos títulos dos dois grupos. O impacto nas acções deverá ser positivo.

O Bareme Imprensa relativo ao segundo trimestre, divulgado ontem, revela que o "Correio da Manhã", detido pela Cofina (também proprietária do Jornal de Negócios), já é o diário mais lido em Portugal, ao ultrapassar pela primeira vez o "Jornal de Notícias", com uma subida de 11,8% da audiência média.

Segundo o BPI, trata-se de uma notícia positiva para a Cofina, que viu também a revista semanal ""Sábado" registar uma melhoria significativa". O analista Tiago Veiga Anjos recorda ainda que a audiência do Jornal de Negócios desceu, nos últimos 12 meses, de 1,4% para 1,3%. E salienta que é "uma melhoria em relação ao trimestre anterior", no qual teve uma audiência de 1,2%.

Já o Caixa Banco de Investimento realça sobretudo o segmento de "newsmagazines" da Cofina, "que continua a registar subidas expressivas na audiência".

Quanto ao grupo Impresa, o BPI destaca "a liderança confortável nos respectivos segmentos" do "Expresso" e da "Visão", com audiências médias, respectivamente, de 7,2% e 8,1%. Apesar da queda de audiências em termos homólogos, o CaixaBI considera que essa descida "não se tem reflectido negativamente nas receitas de publicidade (...), que têm registado subidas expressivas".

Embora satisfeitos com as audiências, os dois bancos de investimento têm recomendações opostas. O CaixaBI mantém a recomendação de "acumular" para as acções da Cofina, com um preço-alvo de 2 euros. E para a Impresa, o "target" é de 3 euros e a recomendação também de "acumular".

Já o BPI, reitera as recomendações de "reduzir" para as duas empresas, tendo um preço-alvo de 1,85 euros para a Cofina e de 2,73 para a Impresa.

Os títulos da Cofina recuam 0,54% a valer 1,84 euros, enquanto as acções da Impresa valorizam 0,33% para os 3,03 euros.

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