Mercados num minuto Ao terceiro dia de outubro, Wall Street volta a cair

Ao terceiro dia de outubro, Wall Street volta a cair

O mês começou de forma adversa para os principais índices dos EUA, que desvalorizaram 3% em dois dias. Hoje, terça-feira, dia 3 de outubro, Wall Street mantém a tendência com uma queda mais tímida.
Ao terceiro dia de outubro, Wall Street volta a cair
Reuters
Gonçalo Almeida 03 de outubro de 2019 às 14:42

Os fracos sinais da economia doméstica e o agudizar de tensões entre os EUA e a União Europeia levaram os mercados globais ao tapete e Wall Street não escapou. Hoje, as bolsas norte-americanas estão a ser incapazes de recuperar, uma vez que esperam que os dados do setor dos serviços de setembro mantenham a tendência da indústria.

O Dow Jones cai 0,15% para 26.039,02 pontos, o Standard & Poor’s 500 perde 0,13% para 2.883,77 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 0,12% para 7.773,78 pontos.

"Se a contração na atividade industrial contagiar o setor dos serviços, é altura de ficarmos seriamente preocupados", disse Hussein Sayed, analista da FXTM, à Reuters.

O relatório do ISM, instituto que mede o pulso à saúde da economia norte-americana, será divulgado durante a tarde de hoje e espera-se que caia para os 55 pontos em setembro, de 56,4 em agosto. Ao contrário do que acontece com a atividade industrial, o setor dos serviços mantém-se, por enquanto, em território de expansão (acima da marca dos 50 pontos).

O abrandamento no setor industrial e o relatório sobre o emprego nas empresas privadas arrastaram Wall Street para quedas, com a referência S&P 500 a cair mais de 1% em cada dia, pela primeira vez este ano.

Entre as empresas, a Tesla cai 5%, depois de a empresa de Elon Musk anunciou a entrega de um recorde 97.000 carros no terceiro trimestre, mas está a cair em bolsa uma vez que esse número ficou abaixo dos 100 mil, marca sinalizada pelo seu presidente executivo.

Em contraciclo, a Pepsi sobe 2,2% depois da empresa superar as expectativas de lucros, com as vendas dos novos produtos a impulsionarem. Também a rival Coca-Cola sobe 0,4%.




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