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Banca e fabricantes automóveis conduzem Europa a ganhos

As praças europeias encerram hoje a valorizar – com excepção da bolsa londrina – com a banca a registar o seu segundo dia consecutivo de ganhos e com os fabricantes automóveis a apreciarem após a divulgação das vendas mensais na região.

Isabel Aveiro ia@negocios.pt 14 de Dezembro de 2004 às 17:31
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As praças europeias encerram hoje a valorizar – com excepção da bolsa londrina – com a banca a registar o seu segundo dia consecutivo de ganhos e com os fabricantes automóveis a apreciarem após a divulgação das vendas mensais na região. O Dow Jones Stoxx 50 encerrou a ganhar 0,07%, para 2.781,20 pontos.

Em Londres, o índice FTSE-100 [ukx] perdeu 0,30%, para 4.722,80 pontos. A Vodafone recuou 2,45%, para 139,5 pence, sendo a acção do Dow Jones Stoxx 50 que mais caiu, depois do mercado conhecer a intenção da maior operadora móvel mundial em juntar-se à sua parceira norte-americana Verizon Communications para adquirir a Sprint, também dos EUA. A Vodafone foi igualmente penalizada por uma revisão em baixa da recomendação da Goldman Sachs para os títulos da empresa, de «outperform» para «in-line».

Já o HBOS, quarto maior banco do Reino Unido, ganhou 3,87%, para 806 pence, depois de ter anunciado que aguarda que os lucros de 2004 excedam as previsões dos analistas.

A acompanhar a tendência, o HSBC, o maior banco europeu por capitalização bolsista, adicionou 0,39%, para 873 pence.

Em Frankfurt, o índice DAX [dax] avançou 0,29%, para 4.231,30 pontos, voltando a alcançar níveis máximos desde Julho de 2002. A fabricante automóvel DaimlerChrysler, quinta maior do ‘ranking’ mundial avançou 0,85%, para 35,40 euros.

As vendas automóveis na Europa Ocidental aumentaram 9,5% em Novembro, o que representa o maior crescimento verificado este ano. De acordo com a associação de fabricantes automóveis da Europa, as vendas atingiram 1,14 milhões de veículos em Novembro, face aos 1,04 milhões de carros alienados um ano antes. Nos primeiros 11 meses deste ano venderam-se 13,5 milhões de veículos na mesma região.

Em Paris, o índice CAC-40 [cac] somou 0,22%, para 3.814,39 pontos. A Renault, a segunda maior fabricante automóvel de França, apreciou 0,92%, para 60,2 euros. As instituições financeiras Crédit Agricole e BNP Paribas avançaram 1,69% e 0,47%, para 22,82 euros e 54 euros, respectivamente.

O índice holandês AEX fechou a apreciar 0,25%, para 346,17 pontos. O banco ABN Amro apreciou 0,97%, para 18,79 euros. Já a Ahold, parceira da Jerónimo Martins em Portugal, perdeu 1,04%, para 5,70 euros.

O índice espanhol IBEX-35 [ibex] terminou nos 8.893,80 pontos, a avançar 0,07%. A praça espanhola foi impulsionada pelo sector energético: a Iberdrola valorizou 0,72%, para 18,23 euros, enquanto a Endesa adicionou 0,36%, para 16,66 euros.

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