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BES e Brisa travam maiores ganhos na bolsa nacional (act)

A bolsa nacional acabou por fechar a subir apenas 0,07% devido essencialmente ao BES, à Brisa numa sessão em que a Galp, que chegou a subir mais de 1%, inverteu para terreno negativo. Determinantes para a valorização do PSI-20 foram a Jerónimo Martins e a Portugal Telecom.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 13 de Janeiro de 2010 às 16:47
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A bolsa nacional acabou por fechar a subir apenas 0,07% devido essencialmente ao BES, à Brisa numa sessão em que a Galp, que chegou a subir mais de 1%, inverteu para terreno negativo. Determinantes para a valorização do PSI-20 foram a Jerónimo Martins e a Portugal Telecom.

O principal índice da bolsa nacional (PSI-20) negociou nos 8.739,85 pontos com dez acções em queda, oito a subir e duas inalteradas. Na Europa, os índices oscilaram entre ganhos e perdas com o sector tecnológico a compensar a queda da banca, depois do Societe Generale ter registado “um lucro ligeiro” no quarto trimestre.

Por cá, o sector da banca acompanhou o europeu com o BES a perder 0,68% para os 4,85 euros, o BCP deslizou 0,11% para os 0,905 euros e o BPI escorregou 0,26% para os 2,264 euros.

Quem também travou maiores ganhos foi a Brisa com uma desvalorização de 0,40% para os 7,414 euros e a Galp Energia, que acabou por perder 0,20% para os 12,625 euros. A petrolífera chegou a ganhar mais de 1% animada pela notícia de que a Petrobras deverá fazer uma parceria com a empresa portuguesa e pela emissão de uma nota de investimento da Goldman Sachs, que reviu o preço-alvo em alta de 20,3% para 14,8 euros. A recomendação do banco de investimento subiu para “manter” de “vender”.

No restante sector energético, a EDP fechou estável nos 6,890 euros, bem como a sua participada, que encerrou a valer 6,90 euros no dia em que o Barclays reviu em baixa o preço-alvo para as suas acções de 8,75 para 8,25 euros por acção, o que representa, ainda assim, um potencial de valorização de 19,6%.

A impulsionar esteve a Jerónimo Martins, que avançou1,65% para os 7,217 euros, animada pela nova avaliação do HSBC. O banco iniciou a cobertura com um preço-alvo de 8,35 euros e uma recomendação de “overweight”.

Já a Portugal Telecom apreciou 0,37% para os 8,471 euros.

Pela positiva, esteve ainda a Sonae SGPS, que ganhou 1,84% para os 0,939 euros. O Goldman Sachs elegeu hoje as acções preferidas entre as “holdings” europeias. A Sonae SGPS é uma das duas preferidas do banco de investimento, com um potencial de valorização de 46%.

Mas quem mais subiu foi a Teixeira Duarte, com uma valorização de 3,03% para os 1,087 euros no dia em que a Camargo Corrêa avançou com uma oferta alternativa à da CSN propondo uma fusão com a Cimpor.

Esta última chegou a subir mais de 1% mas acabou por fechar com um ganho de apenas 0,02% nos 6,431 euros.

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