Bolsa Bolsa portuguesa deve ser mais representativa da economia
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Bolsa portuguesa deve ser mais representativa da economia

Os especialistas destacam que é preciso atrair mais empresas para o mercado de capitais nacional e acabar com o trauma de investir em acções. E as expectativas permanecem optimistas para 2018.
Bolsa portuguesa deve ser mais representativa da economia
Pedro Catarino/CM
Patrícia Abreu 22 de fevereiro de 2018 às 22:50

O bom comportamento da bolsa portuguesa no último ano e a descida do prémio de risco do país têm atraído um maior número de investidores para o mercado nacional. Mas o reduzido número de empresas cotadas )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
mais votado Porque não é mais criativa a Gestão de Ativos? 23.02.2018

Possivelmente porque, não sendo forte a concorrência inter-bancos,
não há um estimulo para que as carteiras de investimento dos clientes
correspondam ao para eles ótimo,
considerando o seu limite de tolerância ao risco.
Assim, a tendência é que os clientes sejam subtilmente estimulados,
via objetivos normativamente transmitidos à rede de vendas,
a estruturarem a sua carteira em função do ótimo para o próprio banco.
Em tal contesto, a criatividade é “persona non grata”, porque
não obstante poder servir melhor os objetivos do cliente,
cria o risco de induzir a “canibalização” de outros produtos
porventura mais interessantes para o banco.
Deseja-se que a DMIF II contrarie tal,
tornando obrigatório o que antes já a gestora de fundos do antigo BNU
tinha intentado pioneiramente,
criando um software especifico possibilitando recomendar uma carteira ótima,
tendo em conta o nível de tolerância ao risco do cliente,
diagnosticado de forma expedita, mas rigorosa.

comentários mais recentes
General Ciresp 23.02.2018

Oh minha rica filha,acabei ha instantes de ler: a marca chinesa Anbang esta a ser pressionada pelo governo do seu pais a vender tudo o q tem fora do pais.Fizeram investimentos astronomicos sobretudo nos seguros,pois bem vao ter de dar tudo de mao.

A BRUXA 23.02.2018

a todos aqueles que continuarem a SHORTAR MILENIUM BCP , a todos aqueles que continuarem a DIZER MAL do MILENIUM BCP , TODOS ELES SEM EXCESSÃO IRÃO MORRER de CANCRO do ESTÔMAGO , MUITO BREVEMENTE .

“poupança tem que ser aprendida pela população" 23.02.2018

Não se contesta que há toda a vantagem em ser divulgada, aconselhada, alvo de conselhos, para ser concretizada mais eficientemente.
Mas, mais do que tudo isso e para além,
é necessário criar estímulos que justifiquem o sacrifício de adiar o consumo no presente,
com a esperança de o concretizar de forma ampliada no futuro,
ou de viabilizar qualquer objetivo próprio.
Em nossa opinião e na atual situação,
os melhores desses estímulos seriam produtos da gestão de ativos
de qualidade equiparável à concorrência internacional,
com comissões em proporção com os custos de gestão e uma margem de lucro ao nível do usual na UE,
e com total transparência na divulgação dos riscos
que necessariamente todo o produto de investimento não deixa de ter.

Porque não é mais criativa a Gestão de Ativos? 23.02.2018

Possivelmente porque, não sendo forte a concorrência inter-bancos,
não há um estimulo para que as carteiras de investimento dos clientes
correspondam ao para eles ótimo,
considerando o seu limite de tolerância ao risco.
Assim, a tendência é que os clientes sejam subtilmente estimulados,
via objetivos normativamente transmitidos à rede de vendas,
a estruturarem a sua carteira em função do ótimo para o próprio banco.
Em tal contesto, a criatividade é “persona non grata”, porque
não obstante poder servir melhor os objetivos do cliente,
cria o risco de induzir a “canibalização” de outros produtos
porventura mais interessantes para o banco.
Deseja-se que a DMIF II contrarie tal,
tornando obrigatório o que antes já a gestora de fundos do antigo BNU
tinha intentado pioneiramente,
criando um software especifico possibilitando recomendar uma carteira ótima,
tendo em conta o nível de tolerância ao risco do cliente,
diagnosticado de forma expedita, mas rigorosa.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub