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Bolsa acentua perdas com Jerónimo Martins a tombar quase 5%

A forte desvalorização da Jerónimo Martins está a determinar a queda da praça lisboeta.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 27 de Fevereiro de 2013 às 09:54
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A bolsa lisboeta acentuou a desvalorização registada na sessão, arrastada pela forte queda das acções da Jerónimo Martins. O índice PSI-20 está a contrariar o sentimento positivo que domina a manhã entre as praças europeias.

 

O PSI-20 desce 0,72%, para os 5.966,73 pontos, com 11 acções em alta, sete em queda e duas inalteradas, depois de ontem ter vivido a pior sessão desde Julho. Na Europa, a maioria dos mercados accionistas transacciona com ganhos inferiores a 0,5%, a recuperarem das quedas acumuladas na sessão de terça-feira.

 

A determinar a descida da bolsa de Lisboa está sobretudo a Jerónimo Martins. A dona da cadeia de supermercados Pingo Doce cai 4,81%, para os 15,33 euros, o valor mais baixo desde o passado mês de Outubro, depois da companhia ter reportado um resultado líquido anual que ficou aquém das estimativas dos analistas.

 

A Jerónimo Martins anunciou esta quarta-feira que terminou 2012 com resultados líquidos de 360,4 milhões de euros, o que representa um crescimento de 5,9% face ao ano anterior. Os analistas apontavam para lucros de 387,5 milhões de euros.

 

A pressionar a negociação na praça nacional está ainda a Portugal Telecom. A operadora inverteu os ganhos da abertura e segue agora a deslizar 0,39%, para 3,865 euros.

 

Também a banca está a negociar no vermelho, com o BPI a ceder 0,31%, para 1,27 euros, e o BES a perder 0,22%, para 0,928 euros.

 

A travar maiores ganhos em Lisboa está a EDP Renováveis. A empresa liderada por Manso Neto avança 1,8%, para 3,853 euros, depois de ontem ter anunciado um crescimento dos lucros de  43% para 126 milhões de euros.

 

A companhia adiantou ainda que vai distribuir pela primeira vez um dividendo de quatro cêntimos por acção, o que traduz uma rentabilidade de 1%.

 

Ainda no sector energético, a Galp Energia soma 0,3%, para 11,765 euros, numa sessão em que as cotações do crude também estão a recuperar das descidas recentes nos mercados internacionais.

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