Bolsa Bolsa chinesa em máximos de quase um mês com medidas para apoiar a economia

Bolsa chinesa em máximos de quase um mês com medidas para apoiar a economia

As acções chinesas valorizaram pela segunda sessão consecutiva para o valor mais alto desde 26 de Janeiro, numa altura em que o governo está a acelerar as medidas para estimular o crescimento da economia.
Bolsa chinesa em máximos de quase um mês com medidas para apoiar a economia
Reuters
Rita Faria 17 de fevereiro de 2016 às 07:35

A bolsa chinesa valorizou pela segunda sessão consecutiva esta quarta-feira, 17 de Fevereiro, depois de o governo ter acelerado medidas para prevenir um abrandamento mais expressivo da segunda maior economia do mundo.

O Shangai Composite Index somou 1,09% para 2.867,607 pontos, o valor mais elevado desde 26 de Janeiro, impulsionado pelas empresas dos sectores industrial e tecnológico. Na sessão de ontem, o índice já havia valorizado mais de 3%, depois de ter sido divulgado que os bancos chineses concederam um nível recorde de crédito em Janeiro.

Segundo fontes citadas pela Bloomberg, o director da agência de planeamento da China está a disponibilizar mais dinheiro para os governos locais financiarem novos projectos de infraestrutura, enquanto o governo terá discutido a possibilidade de diminuir as exigências relativamente às provisões que os bancos têm de constituir para cobrir o crédito malparado, uma medida que libertaria dinheiro adicional para a concessão de empréstimos.

O Shangai Composite Index já desvalorizou 20% este ano, o pior desempenho a nível global, a seguir à bolsa da Grécia, devido às preocupações em torno da depreciação do yuan e o seu impacto nas saídas de capital do país.

No Japão, após duas sessões de ganhos, o Nikkei desvalorizou 1,36% para 15.836,36 pontos e o Topix caiu 1,13% para 1.282,40 pontos. 




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