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Bolsa de Lisboa fecha no vermelho pressionada pelo BCP

A bolsa nacional encerrou em queda pela segunda sessão consecutiva, contrariando os ganhos ligeiros das principais praças europeias. O BCP foi a cotada que mais pressionou, com uma descida superior a 5,5%.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 18 de Abril de 2016 às 16:47
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A bolsa nacional encerrou em queda esta segunda-feira, 18 de Abril, pela segunda sessão consecutiva, com o PSI-20 a descer 0,94% para 4.972,32 pontos. Durante a sessão, o principal índice nacional chegou a deslizar praticamente 1,8%. Das 18 cotadas que formam o PSI-20, 11 encerraram em queda, cinco em alta e duas inalteradas.

 

Os índices europeus, que negociaram em terreno negativo durante grande parte da sessão, acabaram por inverter a tendência, com os ganhos do sector automóvel a compensarem as descidas no sector da energia. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe 0,51% para 344,53 pontos.

 

Na bolsa nacional, o BCP foi a empresa que mais penalizou o PSI-20. O banco liderado por Nuno Amado desceu 5,61% para 3,53 cêntimos depois de o BPI ter anunciado o fracasso das negociações entre os espanhóis do CaixaBank e Isabel dos Santos. Com a empresária angolana "presa" ao BPI, termina a especulação de um investimento seu no BCP.

 

Esta manhã, os espanhóis confirmaram o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição sobre o BPI – de 1,113 euros por acção – mas o CaixaBank necessita de autorização da CMVM para anunciar formalmente a OPA, visto que ainda não passaram 12 meses sobre o fim da oferta lançada no ano passado.

Os títulos do banco liderado por Fernando Ulrich continuam suspensos de negociação.

 

A pesar na descida do PSI-20 estiveram também os títulos da REN, que desvalorizaram 3,44% para 2,723 euros. No restante sector, a EDP Renováveis ganhou 0,06% para 6,57 euros, a EDP subiu 0,68% para 2,97 euros.

 

A tónica também foi negativa no sector do retalho com a Jerónimo Martins a ceder 0,85% para 14,63 euros e a Sonae a cair 0,6% para 99,7 cêntimos.

 

A Nos deslizou 0,49% para 6,051 euros, depois de o CaixaBI ter revisto em baixa o preço-alvo para as acções de 8,20 euros para 7,50 euros e mantido a recomendação de "comprar".

Do lado das subidas, destacaram-se a Pharol, com uma valorização de 2,17% para 14,1 cêntimos, e a Sonae Capital, com ganhos de 4,55% para 71,3 cêntimos, o valor mais elevado desde Janeiro de 2010. 

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