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Bolsa fecha a cair mais de 1,5% e renova mínimos de 1996

O PSI-20 encerrou, assim, em queda pela terceira sessão consecutiva penalizado pelas fortes perdas do sector energético. Na Europa, os índices oscilaram entre as subidas e as desvalorizações.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 13 de Junho de 2012 às 16:49
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O principal índice da bolsa nacional caiu 1,64% para os 4.408,73 pontos (valor mais baixo desde 1996) com 15 acções em queda e cinco a subir. Na Europa, os índices oscilam entre ganhos perdas em dia de leilão de dívida quer em Itália quer na Alemanha.

Itália foi esta quarta-feira ao mercado vender 6,5 mil milhões de euros em dívida a um ano, mas teve de pagar juros mais elevados, já que o resgate à banca espanhola falhou em impedir o contágio da crise de dívida soberana.

Já a maior economia da Europa vendeu obrigações a um preço que confere uma taxa de juro implícita negativa. Na prática, investidores pagaram para estar expostos à segurança relativa da dívida alemã.

Por cá, o sector da energia é o que mais pressionou o PSI-20, com a Galp Energia a ceder 3,30% para os 8,636 euros, e a EDP a perder 2,59% para transaccionar nos 1,69 euros. Também a EDP Renováveis não escapou ao vermelho e caiu 4,07% para os 2,64 euros.

A Jerónimo Martins também foi determinante para a tendência com uma desvalorização de 1,43% para os 13,75 euros bem como a Portugal Telecom, que perdeu 1,80% para os 3,164 euros.

A travar maiores perdas esteve o sector da banca à excepção do BCP que caiu 1,11% para os 0,089 euros. Já o Banco BPI avançou 2,11% para os 0,435 euros enquanto o BES somou 1,21% para os 0,503 euros.
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