Bolsa Bolsa fecha a somar mais de 3% impulsionada pela Galp e Jerónimo Martins

Bolsa fecha a somar mais de 3% impulsionada pela Galp e Jerónimo Martins

A bolsa de Lisboa terminou a sessão desta quarta-feira em terreno positivo, acompanhando a tendência das congéneres europeias. A impulsionar o PSI-20 esteve a Galp, numa altura em que o petróleo de Londres negoceia nos 34 dólares por barril.
Bolsa fecha a somar mais de 3% impulsionada pela Galp e Jerónimo Martins
Miguel Baltazar/Negócios
Inês F. Alves 17 de fevereiro de 2016 às 16:47

Com todas as cotadas em alta, o principal índice da bolsa nacional voltou aos ganhos e fechou a sessão desta quarta-feira a subir 3,03% para os 4.772,59 pontos, impulsionado pela Galp Energia e Jerónimo Martins.

A petrolífera somou 3,86% para 10,91 euros por acção, numa altura em que o ouro negro segue com ganhos na ordem dos 6%. O Brent, negociado em Londres e preço de referência para a Europa, soma 6,81% para os 34,37 dólares por barril. O West Texas Intermediate avança 5,89% para os 30,75 dólares por barril.

A bolsa nacional acompanhou a tendência das restantes praças do Velho Continente, com o Stoxx 600 a somar 2,41% para 328,08 pontos. O espanhol IBEX avançou 2,55% para 8.345,40 pontos, o germânico DAX subiu 2,53% para 9.366,45 pontos, o francês CAC40 ganhou 2,99% para 4.233,47 pontos e o FTSE de Londres valorizou 2,51% para 6.009,41 pontos.

O bom desempenho das praças europeias tem lugar numa altura em os investidores reagem aos resultados acima do esperado reportados por cotadas como o Crédit Agricole e Schneider Electric. O banco anunciou também esta quarta-feira a aprovação de um plano de reestruturação que lhe permitirá reforçar a sua posição de capital. Já a Schneider Electric anunciou que pretende alargar o seu programa de recompra de acções, noticiou o Financial Times.


Entre as cotadas portuguesas, além da Galp, também a Jerónimo Martins impulsionou hoje o PSI-20. A empresa, dona da cadeia de supermercados Pingo Doce, fechou a sessão a somar 2,81% para os 12,82 euros. Ainda no sector do retalho, a Sonae avançou 3,90% para os 90,5 cêntimos por acção.

Na banca portuguesa, destaca-se o BCP, que avançou 5,45% para os 3,48 cêntimos por acção, depois de ontem ter anunciado a recompra de dívida no valor de 300 milhões de euros, uma decisão que o CaixaBI considera que serve para "transmitir uma mensagem positiva" sobre a situação actual do banco.

Já o BPI fechou a somar 3,17% para 1,04 euros, isto num dia em que o Negócios noticia que o limite de votos no BPI matou a OPA mas deve ser arma negocial.

Entre as energéticas, a EDP somou 1,90% para 2,84 euros e a EDP Renováveis somou 2,94% para 6,572 euros por acção. Já a REN somou 1,06% para os 2,582 euros.

A Pharol disparou 9,42% para os 24,4 cêntimos por acção, depois de informar em comunicado a aquisição de acções próprias.

A Nos avançou 2,48% para 5,95 euros, depois de se ficar a saber que a empresa avançou com uma providência cautelar contra a PT e a FCP Media devido à suspensão da emissão do Porto Canal na sua plataforma.

(Notícia actualizada às 17:48)




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