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Bolsa fecha em forte alta com Renováveis a subir mais de 6% (act)

A bolsa nacional encerrou em alta pela segunda sessão consecutiva impulsionado pela EDP e pela EDP Renováveis que registou um ganho superior a 6%. O PSI-20 ganhou 1,64% acompanhando a tendência das congéneres europeias.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 16 de Janeiro de 2009 às 16:54
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A bolsa nacional encerrou em alta pela segunda sessão consecutiva impulsionado pela EDP e pela EDP Renováveis que registou um ganho superior a 6%. O PSI-20 ganhou 1,64% acompanhando a tendência das congéneres europeias.

O principal índice nacional terminou o dia a negociar nos 6.446,08 pontos, com 13 títulos a subir, cinco a desvalorizar e dois inalterados. Na Europa, as principais praças valorizam depois de ter sido conhecido que o governo do EUA vai investir 20 mil milhões de dólares no Bank of America e que o Citigroup se vai dividir em duas unidades.

Estas medidas estão a levar os investidores a acreditarem numa melhoria das condições económicas, o que está a animar a negociação.

Em Portugal, o destaque vai para a EDP que subiu 2,57% para os 2,79 euros, depois de ontem ter subido 3,66%, e para a EDP Renováveis que valorizou 6,48% para os 5,75.

No restante sector energético a tendência também foi positiva com a REN a ganhar 1,16% para os 2,80 euros e a Galp Energia, que inverteu a tendência negativa no fim da sessão, a subir 0,65% para os 7,77 euros.

Do lado dos ganhos esteve ainda a banca nacional, com o BCP a valorizar 1,5% para os 0,81 euros, o BES a subir 1,64% para os 6,20 euros e o BPI a ganhar 3,30% para os 1,69 euros.

A contribuir para os ganhos de hoje esteve também a Portugal Telecom que subiu 0,81% para os 6,25 euros. Ainda no sector das telecomunicações a Sonaecom ganhou 1,68% para os 1,09 euros e a Zon encerrou inalterada nos 4 euros.

Destaque ainda para a família Sonae, com a Sonae SGPS a subir 3,09% para os 0,50 euros e a Sonae Capital, fora do índice principal, a valorizar 2,04% para os 0,50 euros. Já a Sonae Indústria contrariou a tendência positiva ao desvalorizar 0,62% para os 1,62 euros.

Já em terreno negativo esteve a Jerónimo Martins que recuou 1,31%, depois de ontem ter valorizado quase 11% a beneficiar do anuncio de um crescimento de 28,7% das vendas consolidadas em 2008, para 6,887 mil milhões de euros.






















Veja também:

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