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Bolsa nacional acentua queda e segue a perder quase 1%

Depois de alguma indefinição no mercado bolsista, o PSI-20 está agora a perder quase 1%, ao contrário do que acontece nas restantes bolsas europeias, que seguem todas a ganhar, com excepção dos índices grego e espanhol. Este é o terceiro dia consecutivo que a bolsa nacional recua.

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Jorge Garcia jorgegarcia@negocios.pt 15 de Julho de 2013 às 11:08
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O PSI-20 cede 0,94% para os 5.314,05 pontos com 16 cotadas em queda, duas em alta e duas inalteradas. Na Europa, os principais mercados seguem a negociar no verde, depois de ter sido anunciado que a economia chinesa cresceu 7,5% no segundo trimestre, em linha com o esperado pelos economistas.

 

A Portugal Telecom e os principais motores da banca, o BCP e o BES, são as empresas que mais pesam na tendência negativa da bolsa nacional, com a operadora portuguesa a recuar pela quinta sessão consecutiva. A PT perde 4,32% para os 2,593 euros. O BNP Paribas reviu em baixa a avaliação da operadora para 2,60 euros face aos 4,20 euros anteriores, segundo a Bloomberg. O mesmo banco desceu a recomendação de “neutral” para “underperform”.

 

O BCP encontra-se a cair 2,30% para 0,085 euros e o BES recua 1,88% para 0,573 euros, depois da CMVM ter revelado que a maioria dos produtos financeiros complexos comercializados pelas instituições financeiras é de muito alto risco. A 57% deste produtos foi dado o alerta "vermelho" definido pela CMVM, que traduz a possibilidade de perda da totalidade, ou até de valores superiores ao investimento realizado.

 

Se a estes se juntar os que receberam o alerta "laranja", percebe-se que quatro em cada cinco produtos junto de investidores de retalho apresentam um nível de risco elevado.

 

Na restante banca o cenário é igualmente negativo, com o Banif a recuar 12% para 0,044 euros e o BPI a depreciar 1,84% para 0,854 euros. O ESFG negoceia inalterado nos 5,20 euros.

 

No sector da energia EDP e EDP Renováveis também registam quedas, com a segunda a recuar pelo terceiro dia consecutivo, penalizada pelas notícias conhecidas no final da semana passada, que apontam para cortes no orçamento para as energias renováveis em Espanha. As acções perdem 1,72% para os 3,705 euros. Este comportamento é acompanhado pela sua casa-mãe, a EDP que desvaloriza 0,46% para os 2,399 euros.

 

Já a impedir uma queda mais acentuada da bolsa de Lisboa estão apenas a Jerónimo Martins que soma 1,09% para os 15,82 euros, e a Galp Energia que aprecia 0,04% para 11,465 euros.

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