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Bolsa nacional avança mais de 2% apoiada nos ganhos da Jerónimo Martins e BCP

A praça lisboeta terminou a sessão em alta num dia em que 17 cotadas registaram ganhos. A suportar a subida do PSI-20 esteve a Jerónimo Martins que somou acima de 2,5%, o BCP que apreciou quase 4% e a Pharol que disparou mais de 17%.

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David Santiago dsantiago@negocios.pt 13 de Agosto de 2015 às 16:46
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O PSI-20 encerrou a sessão desta quinta-feira, 13 de Agosto, a somar 2,05% para 5.565,81 pontos, com 17 cotadas a negociar em alta e apenas uma em queda. O principal índice nacional seguiu a tendência que predominou nas restantes praças europeias. No entanto, a praça grega voltou a seguir contra a corrente, desta vez desvalorizando mais de 1% na antecâmara da votação no parlamento helénico das medidas e metas orçamentais que o país terá de aplicar em troca daquele que será o terceiro resgate ao país em cinco anos. Já o Stoxx 600, que agrupa as 600 maiores cotadas do Velho Continente, segue a subir 1,01% para 386,87 pontos.

 

A contribuir para a confiança nas praças europeias esteve a garantia por parte do banco central da China de que o ajustamento iniciado há três dias já terminou. A autoridade monetária chinesa decretou esta quinta-feira um novo corte de 1,1% ao valor do yuan face ao dólar.

 

Mas o banco central chinês assegura que a divisa chinesa continuará forte e dá por concluído o processo de desvalorização cambial que teve como principal objectivo contribuir para o relançamento da segunda maior economia mundial.

 

No plano nacional, a Jerónimo Martins, com uma subida de 2,53% para 13,185 euros, foi a cotada que mais contribuiu para o desempenho da praça lisboeta. Ainda no sector do retalho, também a Sonae apreciou cresceu 2,32% para 1,236 euros.

 

Também foi um dia positivo para o sistema financeiro. O BCP avançou 3,83% para 0,0624 euros, afirmando-se como uma das empresas que mais apoiou a valorização da bolsa nacional. O banco liderado por Nuno Amado recuperou assim das perdas registadas nas últimas três sessões, sendo que ontem negociou em mínimos de Janeiro.

 

O BPI e o Banif seguiram a toada, com o banco liderado por Fernando Ulrich a ganhar 0,86% para 0,94 euros, e o banco chefiado por Jorge Tomé a crescer 1,72% para 0,0059 euros.

 

Destaque ainda para a Pharol que valorizou 17,05% para 0,309 euros, isto numa sessão em que chegou mesmo a disparar 30,30%. A antiga PT SGPS beneficiou dos lucros de 224 milhões de reais (57,9 milhões de euros) alcançados pela Oi no primeiro semestre deste ano para interromper uma sequência de sete sessões seguidas a acumular perdas, dias em que foi renovando mínimos históricos. 

Ainda no sector das telecomunicações, a Nos apreciou 2,20% para 7,525 euros. 

Num dia de ganhos generalizados, também o sector da energia negociou em alta. A Galp Energia avançou 0,58% para 10,41 euros, apesar de o preço do barril de petróleo estar a cair nos mercados internacionais. Em Londres, o Brent do Mar do Norte, utilizado como valor de referência para as importações nacionais, segue deslizar 1,49% para 48,92 dólares por barril.

 

Ainda no sector energético, a EDP cresceu 0,96% para 3,352 euros, enquanto a EDP Renováveis ganhou 0,69% para 6,388 euros.

A nota negativa da sessão cabe à Impresa, a única cotada a negociar em terreno negativo no dia de hoje. A dona da SIC e do Expresso cedeu 1,56% para 0,758 euros. 


(Notícia actualizada às 16h52)

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