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Bolsa nacional cai quase 1% mas perde menos que praças europeias (act)

A bolsa nacional encerrou em queda, acompanhando com menor amplitude a tendência das congéneres europeias, no dia em que as explosões em Londres pressionaram os mercados. O PSI-20 desvalorizou 0,88%, no dia em que a EDP, o BES e a ParaRede negociaram em m

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 07 de Julho de 2005 às 16:57
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A bolsa nacional encerrou em queda, acompanhando com menor amplitude a tendência das congéneres europeias, no dia em que as explosões em Londres pressionaram os mercados. O PSI-20 desvalorizou 0,88%, no dia em que a EDP, o BES e a ParaRede negociaram em mínimos do ano.

O PSI-20 [psi20] desceu 0,88% para os 7.464,44 pontos, uma queda inferior à registada na maior parte das praças europeias. O principal índice nacional encerrou com 17 quedas, duas subidas e um título inalterado, num dia marcado pelas explosões ocorridas em Londres que, ao que tudo indica, se tratam de atentados terroristas, reivindicados pela Al-Qaeda.

A bolsa nacional registou hoje um volume acima dos 146 milhões de euros, pela primeira vez este mês.

A queda inferior em Portugal justifica-se com os sectores que mais caíram em toda a Europa não estarem representados na bolsa nacional, como o caso das petrolíferas, das companhias aéreas e das seguradoras.

A Portugal Telecom (PT) [ptc] recuou 1,75% para os 7,86 euros, depois de ontem ter voltado aos ganhos e negociado nos 8 euros. A sua subsidiária, PT Multimédia [ptm], desceu 0,91% para os 8,68 euros.

A Brisa [brisa] desvalorizou 2,14% para os 6,41 euros e a Energias de Portugal (EDP) [edp] cedeu 0,48% para os 2,07 euros, depois de ter tocado no mínimo de Fevereiro de 2004 ao negociar nos 2,04 euros.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] caiu 0,48% para os 2,08 euros, o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] recuou 0,55% para os 12,72 euros, atingindo durante a sessão o valor mais baixo desde Dezembro de 2003, nos 12,66 euros. O Banco BPI [bpin] contrariou a tendência e subiu 0,31% para os 3,19 euros.

O outro título que evitou maiores perdas foi a Mota-Engil [egl] que subiu 1,82% para os 2,80 euros, renovando novamente o máximo histórico da empresa nos 2,85 euros.

A Pararede [para] encerrou a sessão a descer 3,70% para os 0,26 euros, depois de ter caído mais de 11% para os 0,24 euros renovando o mínimo de Novembro de 2003, num dia em que negociou 22,47 milhões de acções, o que compara com uma média diária de 2,66 mil títulos nos últimos seis meses. A descida da empresa surge depois de vários accionistas, como a Cofina, Banco BPI e WhatEver terem anunciado reduções das suas posições no capital da empresa de serviços tecnológicos.

O sector de «media» também pressionou o principal índice, com a Media Capital [mcp] a cair 2,60% para os 6,74 euros, a Impresa [ipr] a perder 1,24% para os 4,77 euros e a Cofina [cofi] a recuar 0,69% para os 2,86 euros.

O Grupo Sonae não escapou às quedas, com a Sonae SGPS

[son] a perder 0,86% para os 1, 15 euros e a Sonaecom [snc] a ceder 2,48% para os 3,15 euros.

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