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Bolsa nacional inverte tendência e fecha a subir quase 1%

A bolsa nacional inverteu a tendência de queda que dominou a maior parte da sessão, tendo encerrado o dia a avançar 0,78%, em linha com as restantes congéneres europeias. BES e PT, que lideraram as perdas durante grande parte do dia, foram das cotadas que mais apreciaram.

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Jorge Garcia jorgegarcia@negocios.pt 15 de Julho de 2013 às 16:51
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O PSI-20 encerrou a sessão a avançar 0,78% para 5.406,18 pontos, depois de ter estado a desvalorizar quase 1% a meio da manhã. Das 20 empresas do índice, 11 subiram, sete caíram e duas mantiveram-se inalteradas.

 

Nas duas sessões anteriores, que se seguiram à comunicação ao país do Presidente da República, a bolsa portuguesa tinha fechado sempre em terreno negativo. 

 

A Jerónimo Martins, que esteve sempre em destaque durante a sessão, foi a cotada que mais impulsionou a bolsa nacional, ao apreciar 1,92% para 15,95 euros. Também o BES, que durante grande parte desta segunda-feira esteve na frente das perdas, foi uma das cotadas que mais avançou, ao apreciar 2,74% para 0,6 euros.

 

A recuperação do sector financeiro ocorreu depois do alívio sentido nos juros da dívida pública portuguesa. A "yield" das obrigações do tesouro a 10 anos recuaram 21 pontos para 7,296%, depois de na sexta-feira terem disparado cerca de 100 pontos base, devido à crise política em Portugal.

 

A Galp Energia foi outro dos destaques da sessão ao subir 0,92% para 11,565 euros. Os indicadores operacionais da Galp Energia no segundo trimestre do ano mostram um abrandamento da produção e uma subida das vendas directas.

 

A PT, que esteve a negociar em mínimos de Fevereiro de 1996, ao negociar nos 2,582 euros, terminou a sessão a avançar 1,48% para 2,75 euros, depois das acções da empresa brasileira Oi subirem 5% na Bolsa de São Paulo, numa reacção aos dois negócios anunciados esta segunda-feira no valor global de 820 milhões de euros.

 

Desde terça-feira, e pela quinta sessão consecutiva, os títulos do Banif recuaram, reagindo ao efeito de diluição provocado pelo aumento de títulos, como parte do processo de aumento de capital, o que tem levado à contínua renovação dos mínimos históricos.

 

As acções do banco liderado por Jorge Tomé encerraram mais um dia “negro” deste ciclo de quedas, com uma queda de 18% para 4,1 cêntimos, depois de já terem estado a recuar 20% para 4 cêntimos.

 

No resto da banca, o BPI terminou o dia a avançar 1,03% para 0,879 euros e o ESFG e o BCP negociaram inalterados nos 5,20 euros e 0,087 euros, respectivamente.

 

A impedir maiores ganhos do índice nacional esteve o sector energético, com a EDP e EDP Renováveis a serem penalizadas pelas notícias conhecidas no final da semana passada, que apontam para cortes no orçamento para as energias renováveis em Espanha. As acções da EDP Renováveis perderam 1,33% para os 3,72 euros. Este comportamento foi acompanhado pela sua casa-mãe, a EDP, que desvalorizou 0,25% para os 2,404 euros.

 


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