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Bolsa nacional segue em queda; Media Capital dispara para novo máximo

A bolsa nacional recuava pressionada pela Portugal Telecom e pelo Banco Comercial Português. O índice nacional acompanhava a tendência de queda na Europa, penalizada por nova subida do petróleo. O PSI-20 perdia 0,36%.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 14 de Outubro de 2004 às 12:51
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A bolsa nacional recuava pressionada pela Portugal Telecom e pelo Banco Comercial Português. O índice nacional acompanhava a tendência de queda na Europa, penalizada por nova subida do petróleo. O PSI-20 perdia 0,36%.

As praças europeias caíam pressionadas pelo aumento dos preços do petróleo. «As bolsas andas atrás do petróleo», de acordo com o corretor João Marques da LJ Carregosa, alertando que as bolsas podem sofrer alterações com a divulgação da Balança Comercial dos EUA (às 13h30 de Lisboa). «As reservas do petróleo (dos EUA) também podem influenciar os índices», de acordo com a mesma fonte.

O PSI-20 recuava 0,36% para 7.445,04 pontos com cinco títulos a cair, dez a subir e cinco inalterados.

Os títulos que mais pressionavam o índice nacional eram a Portugal Telecom (PT) e o Banco Comercial Português (BCP), que corrigiam ganhos da sessão de ontem. A PT recuava 1,40% para 9,14 euros e o BCP caía 1,12% para 1,77 euros.

O restante sector bancário valorizava com o Banco Espírito Santo (BES) e o Banco BPI a subirem 0,15% para 13,50 euros e 0,33% para 3,04 euros.

No sector de «media» a Impresa valorizava 0,45% para os 4,51 euros e a Media Capital avançava 5,37% para os 5,30 euros, valor a que corresponde um novo máximo histórico para a empresa que controla a TVI, estação de televisão que tem subida nas audiências com o programa «Quinta das Celebridades».

A Espírito Santo Research (ESR) subiu os «preço-alvo» para a Impresa e para a Media Capital mas manteve as recomendações de «compra» para as duas empresas, noticiou a Reuters. Em notas de «research» de ontem, a ESR subiu o «preço-alvo» da Impresa para 5,7 euros por acção de 5,0 euros antes e o da Media Capital para 6,0 euros de 5,3 euros antes.

A Energias de Portugal (EDP) subia 0,43% para os 2,33 euros. «A EDP está estranhamente a aguentar o aumento de capital, o que demonstra saúde da empresa», de acordo com o corretor João Marques.

A Brisa subia 0,15% para os 6,47 euros. O Governo, através do Ministério das Obras Públicas, vai proceder ao lançamento de um concurso público internacional para o fornecimento da solução técnica, gestão do sistema e definição do «princing» das portagens que vão substitui o actual regime de SCUT (sem cobrança ao utilizador ou portagem virtual).

Os preços do petróleo avançavam com o aumento de especulações em relação à queda das reservas norte-americanas, numa altura em que a procura aumenta. O crude [cl1], negociado em Nova Iorque, avançava 0,86% para 54,10 dólares. O «brent» [co1], transaccionado em Londres, subia 0,50% para os 50,30 dólares.

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